A maioria das pessoas vive física, intelectual ou moralmente, num círculo muito restrito do seu ser potencial. Elas fazem uso de uma parte muito pequena de sua consciência possível.


( William James)


sábado, 10 de julho de 2010

JESUS EXISTIU OU NÃO? CLARO QUE SIM, MAS SEUS ENSINAMENTOS FORAM DISTORCIDOS

Bem, como essa coisa toda que está rolando no mundo está baseada no Apocalipse e demais profecias (que acredito que estão sendo seguidos como um plano por alguns, forçando sua ocorrência), e tudo isso tem um fundo religioso, não adianta querer escapar disso, então vou colocar algumas coisinhas a esse respeito. Particularmente, eu acredito em tudo e, ao mesmo tempo, não sigo nada...hehehe. Sempre fui em toda e qualquer religião, li os livros religiosos, tenho a maioria aqui em casa, desde parte dos Vedas, do hinduísmo, budismo tibetano, budismo taoísta, fui iniciada na Wicca, meu marido é hinduísta, inclusive já foi monge, e nós temos uma ligação grande com a comunidade hindu. Minha família é católica, então fui batizada lá, fiz o catecismo e só, depois fui para os meus caminhos. Tenho o Alcorão, os livros religiosos judaicos, os textos gnósticos, as bíblias, os apócrifos, bem, tenho um monte de livros e já visitei tudo quanto é religião e gosto dos ensinamentos delas, de forma geral.




Entendo que os textos religiosos, em geral, são baseados na manifestação da divindade na Terra, que ocorreu em algum tempo muito longínquo, e ficou registrada por todo o globo, onde encontramos os paralelos dessa mesma história na vida de Krsina (que entendo que foi essa manifestação original), na vida de Hórus, na vida de Quetzacoatl, na vida Jesus, na vida de Mitra e outros tantos, porque havia mais de 20 religiões, antes do cristianismo, que contou exatamente a mesma história: um emissário, que nasceu sob a Estrela de Belém (Sirius), pregou desde criança, teve 12 discípulos, foi crucificado, morreu subiu aos céus e voltou, enfim, essa história. Ela corresponde à astroteologia.
Todavia, o que também pode ter ocorrido, é a inclusão dos grandes iniciados e mestres do passado, como tendo vivido tal história, o que não significa que Jesus não existiu, ou Krsina ou todos os demais. Entendo que esses grandes mestres existiram, assim como mais recentemente tivemos vários encarnados desse tipo, como Francisco de Assis, como Sai Baba, como Gandhi, Osho e tantos outros. Só que hoje não cola mais tentar encaixar suas vidas nessa história antiga sobre os 12 discípulos e morrer na cruz e tudo o mais.




Tem um detalhe, é comum aos grandes iniciados, seguir os passos de se fazer as coisas como ensinadas. Então, é comum o mestre escolher 12 discípulos, o coven tem 12 discípulos e um mestre, por exemplo. Logo, não fica difícil entender que Jesus tenha tido, de fato, 12 discípulos e ele como mestre, que corresponde às 12 casas do zodíaco e o 13º é seu centro, a união de tudo, onde todos devemos chegar para alcançar a iluminação. Então não é difícil encaixar iniciados nessa história. São conhecimentos iniciáticos. Iniciação no que? Nos pequenos e grandes mistérios, para se alcançar a iluminação.
São coisas que somente podem ser realizadas para se alcançar, passos que têm que ser seguidos. Pode-se comparar a qualquer teoria científica, que disciplina os passos a serem seguidos numa experiência para se alcançar certo resultado, é a mesma coisa. Se você quer alcançar um resultado, tem que seguir esses passinhos. Acho muito estranho o pessoal que é cético querer zombar dessas coisas, ou achar que não tem provas científicas disso, quando eles fazem exatamente a mesma coisa nas ciências. A única diferença é o que o resultado dos métodos iniciáticos é sentida internamente, no corpo físico, mental e espiritual. Por isso quem pratica e obtém os resultados, não mais abandona: porque sente os resultados, seu corpo fica mais saudável, sua mente começa a entender várias coisas, sua consciência amplia, seus contatos com o divino ampliam, enfim, ela vai se iniciando...hehehe.






Por que eu acredito na existência de seres especiais, emissários divinos, e até na própria manifestação da divindade na Terra? Simples: de onde vocês acham que nós viemos? Todos os ensinamentos espiritualistas afirmam que somos "centelhas" divinas, ou seja, somos pedacinhos da divindade. Por isso pensamos, agimos, temos uma personalidade, temos uma alma, um espírito etc. Se somos pedacinhos dessa divindade que pode ser manifestada aqui, com tais atributos, é meio lógico que a própria divindade tenha esses mesmos atributos, só que perfeitos, porque a divindade é o todo: ela pensa, ela age, ela tem personalidade etc. Por isso os hinduístas referem-se a Krisna como a Suprema "Personalidade" de Deus.
Se a divindade pode soltar pequenas centelhas de si e deixar que se manifestem como individualidades, que somos nós, o que a impede, se quiser, de se manifestar diretamente aqui? Nada, ela faz o que quiser, ela é TUDO. Além disso, nós não estamos manifestados aqui de bobeira, só pra comer e encher a cara (embora haja muitos que só queiram fazer isso...hehehe - livre-arbítrio). Nós temos experiências aqui e estamos sempre aprendendo, ampliando a consciência, evoluindo e a iluminação total, a compreensão de tudo, a ligação com o divino, pode-se se dar aqui na matéria, por que não?





Por isso tem mestres, tem gente que conhece mais, tem mais consciência, outros menos, e assim por diante. E os que sabem mais ensinam, não é assim? Como é o nosso modelinho nas escolas, os professores não são aqueles que sabem mais e vêm nos ensinar? É a mesma coisa na espiritualidade. Não somos ensinados a ter respeito pelos mais sábios, pelos professores, pelos pais, etc? Por isso devemos ter esse mesmo respeito pelos mestres da espiritualidade. Não ADORAÇÃO, ninguém fica adorando e se prostando frente a um professor, não é mesmo? A mesma coisa na espiritualidade e com seus mestres: devemos ter respeito por eles, não adorá-los. Jesus ensinava essas coisas, e o pessoal pegou sua imagem e o transformou num ícone de adoração, exatamente o que ele REPUDIAVA.




Em relação a Jesus, tenho umas informações, coletadas de vários livros e outras fontes de pesquisas, sobre o fato de que ele, de fato, existiu. Os hinduístas têm registros de tudo na Índia, com mais de 3000 anos, inclusive. Um mestre hinduísta que meu marido conhece já viu, pessoalmente, na Índia, o registro que eles possuem da passagem de Jesus pela Índia, onde ele esteve estudando. Nos livros apócrifos de Jesus, que também tenho aqui em casa, são relatadas todas as viagens de Jesus nos supostos anos perdidos dele, até os 33 anos. Bem, não foram tão perdidos assim...hehehe, muito menos em vão, o cara saiu em peregrinação, estudando ocultismo por todos os lados, esteve na Índia, no Tibet, no Egito e em outros lugares, em todos estudando de um tudo: astrologia, yoga e tudo quanto era conhecimento desse gênero. Tornou-se um grande iniciado. No Egito ele recebeu o título de O Cristo, pelos graus atingidos nas escolas iniciáticas daquele local.




Jesus sobreviveu à crucificação e fugiu para a Índia, onde teve filhos (não sei se casou lá ou se foi com a própria Maria Madalena que foi sua esposa), e há, inclusive, seus descentdentes lá. Ele foi enterrado na Cashemira, onde sua tumba existe até hoje, conhecida como a Tumba do Profeta. Lá também ele foi conhecido e respeitado como um grande mestre, e sua tumba é considerada sagrada. Já li reportagens (na Sexto Sentido lembro que saiu uma) sobre o fato de que há arqueólogos e historiados que tentaram obter autorização para exumar essa tumba, mas os indianos são muito devotos e não permitem que seja profanada uma tumba de um grande mestre da espiritualidade, e negaram essa autorização. Lá ele ficou conhecido como Issa e possuem, inclusive, todo o relato de sua vida, que era um Israelita, que sobreviveu à crucificação e fugiu pra lá, etc.




Assim, Jesus existiu de fato e há inclusive, provas de sua existência. O problema que essas provas, em particular, não interessam à Igreja Católica, nunca interessaram. Houve um período na história em que eles se preocuparam em encontrar provas históricas de sua existência, mas essas implicavam em ter que retirar todos os dogmas em torno dos anos perdidos de Jesus, da morte e ressurreição, da subida aos céus e, inclusive, da divindade de Jesus, pois ele casou, teve filhos, há inclusive seus descendetes na Índia. Vejam, divinos todos nós somos, o "x" da questão é que há diferença entre uma manifestação direta da divindade suprema na Terra e um iniciado que atinge a iluminação. Jesus não foi uma manifestação direta da divindade na Terra, como o foi Krsina. Jesus foi um iluminado, um grande mestre.





Constantino, no Concílio de Nicéia, quando resoltou adotar o Cristianismo como religião oficial do Estado, decidiu que iriam declarar Jesus como manifestação da divindade, o que, até então, nunca tinha feito parte do culto cristão.
Enfim, as provas históricas da existência de Jesus não interessavam, mas eles não tinham outra. Então eles "fabricaram" uma prova, com uma declaração de Flavius Josefus a esse respeito, que, hoje, qualquer historiador ensina que é falsa. Logo, o que temos, é que a Igreja Católica prefere ficar sem as provas históricas da existência de Jesus, do que rever todos os ensinamentos distorcidos que embasam sua religião.





Fica fácil entender por que a Igreja rejeita tais provas, quando estudamos a história e quais eram, realmente, os ensinamentos de Jesus. Ele era o MAIOR REBELDE, CONTRA TODOS OS ENSINAMENTOS RELIGIOSOS SEPARATISTAS. Ele era contra as diferenças provocadas pelas religiões, contra o fato de que o conhecimento da espiritualidade ficasse restrito apenas aos rabinos, ou aos swamis no hinduísmo. Ele ensinava que para ter acesso à divindade NÃO É PRECISO INTERMEDIÁRIOS e que todos têm o mesmo potencial e o mesmo direito. Ensinava que todos somos iguais. Enfim, o cara era o rebelde, veio para atirar um monte de verdades na cara do pessoal, das religiões. E se até hoje isso é algo perturbador, imaginem só naquela época!!!
Lógico que os judeus não aceitaram o que ele falava, na Índia também ele teve problemas, enfim, o que ele ensinava feria as crenças religiosas estabelecidas, o cara causava polêmica mesmo. E é lógico que a igreja não tem interesse de que tais coisas sejam descobertas, nem naquela época, nem hoje. Porque Jesus não pregava a necessidade de igrejas, nem de padres, era exatamente o oposto!!!





Não tinha nada dessas baboseiras de dogmas, nem de pecado, nem de inferno, nada disso. Vários desses conceitos foram extraídos de outras religiões, como o Zoroastrismo. O Imperador Romano Constantino fez uma enorme trapalhada com os ensinamentos cristãos. Ele adotou apenas a IMAGEM de Jesus, cujo culto estava crescendo dentre os romanos da época, mas nao pegou seus ensinamentos originais, o que era até mesmo óbvio, porque Constantino queria criar uma religião para fins políticos, para unificar o Estado, que estava com muitos conflitos por causa das diversas religiões. O culto cristão da época era o "alternativo" daquela época.





Era o que hoje são consideradas as práticas esotéricas, ocultistas, ou algumas religiões novas, como o Daime, por exemplo. Era o culto alternativo, rebelde, que ia contra as religiões da época, que era a mesma coisa que as religiões dominantes de hoje, que continuam fazendo a mesma coisa que naquele tempo: criando separações, elites, evitando passar os verdadeiros ensinamentos da espiritualidade para as pessoas etc. Enfim, a história sempre se repete, não é esse o ditadinho?
Fazendo uma analogia, o que Constantino fez foi o equivalente a hoje pegar a imagem de Osho, ou do Raul Seixas, que foram grandes rebeldes destes nossos tempos, falando a verdade e se prostando contra toda a hipocrisia desses nossos tempos e conquistando muitos adeptos por causa disso, e encaixou suas imagens nas crenças da época, que seria o equivalente a encaixar nas crenças atuais da igreja católica ou qualquer outra, tipo, encaixar na imagem de Jesus pregada pela igreja ainda hoje.






E Constantino e o pessoal desse concílio fez uma meleca só: misturou textos judaicos, com as crenças dos deuses romanos (hoje considerados na mitologia), do mitraísmo, deuses pagãos, vixe, fez uma salada mista. E ao longo do tempo aperfeiçoamentos do gênero continuaram sendo feitos, em especial colocando deuses pagãos como santos ou como demônios (a maioria desses deuses hoje são conhecidos como demônios, que era para o pessoal ficar longe desses cultos e adotarem a religião cristã - lógico, quem iria adorar um demônio? o povo ficava com medo e, até hoje, vemos o resultado disso.) A idéia de demônios foi extraída do Zoroastrismo.
Nas bíblias antigas, e até mesmo nos textos religiosos judaicos mais antigos, não havia tal crença. Lúcifer, por exemplo, nunca existiu.





Foi um erro de tradução da bíblia e que depois foi aproveitado para se criar um mito conveniente, na existência desse grande ser do mal, que quer coletar nossas almas. As bíblias atuais não mais são editadas com a referência a Lúcifer, sabiam? É porque o feitiço virou contra o feiticeiro....hehehe. Lúcifer signifca "aquele que mais brilha" e é uma referência à Estrela da Manhã, aquela que mais brilha é Vênus, e Jesus é referido dessa forma. Aí, é lógico, não demorou o pessoal associar Lúcifer a Jesus...hehehe. Então tiraram isso das bíblias atuais e hoje afirmam, na boa, que foi um erro de tradução (melhor assim, não é não?...hehehe).




Mas o mito está instalado e o povo ainda tem medo até de pronunciar esse nome. Tentaram associar Lúcifer à figura do anjo caído que, se não me engano, era Shaitan, o Satã, de que o pessoal tem tanto medo também. Todavia, os anjos caídos, a quem ler os apócrifos de Enoque, foram aqueles que ficaram do lado da humanidade. Coloquemos no conceito extraterrestre, nas explicações de Sitchin.
Os anjos são os anunnakis, extraterrestres que nos criaram geneticamente, a partir dos seres que aqui viviam (aqueles australoptecos, esses tipos). Mexeram geneticamente e saimos nós!!! Aí, obviamente, éramos considerados inferiores, com potencial inferior ao deles etc e éramos utilizados para trabalho escravo. Parte dos anunnakis, quando estavam para cair fora daqui, perguntaram: e aí, o que a gente faz com essas coisas que nós criamos? Aí uma parte deciciu: a, mata tudo! A outra parte se rebelou contra isso, falaram não, que não era assim, tínham que ensinar esses seres e não os deixar como selvagens., que não era para matar a todos. Esta parte que se rebelou contra "Deus", "são os anjos caídos".




Eles vieram até aqui e ensinaram os humanos a cozinhar, se arrumar, tomar banho, enfim, hábitos de higiene, a viver civilizadamente, a fazer armas, lutar, se defender etc. Antes disso, nós fomos criados e deixados para viver como selvagens, como animais. (por isso aquela estória de que o fruto proibido era o do conhecimento e que estávamos felizes no paraíso - lógico, estávamos como animas ignorantes, que eram usados para trabalho escravo, sem consciência disso e então não se opunham - era o escravo perfeito, não se rebelava, não questionava, totalmente ignorante, praticamente uns burros de carga, literalmente). Como diz o ditado, a ignorância é uma benção! Enfim, os tais anjos caídos, que o pessoal quer que tenhamos medo deles, são exatamente aqueles que tiveram amor, respeito e consideração por nós!!! Foram eles que deram um toque pra Noé conseguir sobreviver, porque se fossem pelos "Deuses", eles tinham matado tudo!




Agora olhem a coisa toda sob a ótica "deles", desses "deuses". Eles que estão no comando, certo? Sempre estiveram. Deixaram seus descendentes para reinar aqui, sob autorização do poder "divino" (não é isso que a monarquia sempre pregou? que eles têm o sangue real, o direito divino de nos governar?). Eles são os donos de tudo aqui, inclusive de nós. E, obviamente, deixaram ordens de como fazer com que nós obedeçamos. Sob a ótica deles, os que se rebelaram contra os seus interesses e suas ordens são do mal!!! Lógico, foram contra eles!!!
Agora, sob a "nossa" ótica, e os "nossos" interesses, os tais rebeldes, os anjos caídos, é que são os que nos apoiaram. É como o que rolou na época da queda da monarquia. Sob a ótica dos reis, os rebeldes, que provocaram a queda deles, eram os maus da história. Agora sob a nossa ótica, a ótica do povo, que estava morrendo de fome, enquanto eles viviam no maior luxo, sob a pressão e absurdos de seus comandos, os rebeldes é que eram nossos amigos!!! É a mesma coisa que rolou ali. E plantaram, nas crenças religiosas, essa idéia de que os "anjos caídos" são do mal, demoníacos, etc. NADA A VER!!!! Eles foram do mal pra eles, não para nós!!!






Demônio coisa nenhuma!!! Papo furado, pra gente ficar com medo daqueles que querem nos ajudar!!!
Já vi um texto, querendo justificar que os tais anjos caídos nos ajudaram, somente para depois poder usar e abusar da gente. Isso me soa mais como, "ai, eles descobriram a verdade, planta outra mentira para distorcer, ou eles vão saber tudo"!!! Ou seja, isso me soa mais como constrainformação, para salvar a pátria. Nos deixa confusos, e continuamos a achar que os caras são do mal e, obviamente, não iremos querer nada com eles, quando eles é que estão para ajudar!!! É maquiavelicamente brilhante!!! Quanto mais estudo e descubro, mais realmente vejo como eles são manipuladores, brilhantes, e nós ficamos nesse caos aqui, sem entender nada e, por medo, continuamos acorrentados a seus interesses e domínio.






Bem, Jesus foi um desses caras que veio para falar a VERDADE, e nunca lhe passou pela cabeça criar outra religião, a necessidade de intermediários, criar dogmas, nada dessas baboseiras, que já existiam naquela época, e Constantino só deu um jeito de colocar seus ensinamentos no mesmo formato de controle e limitação da divulgação dos ensinamentos da verdadeira espiritualidade somente a uns poucos. Distorceu tudo, ocultou verdades, ensinamentos, fabricou uma religião segundo seus interesses. E hoje, tudo continua do mesmo jeitinho que era há 2000 anos. E o pessoal que segue tais religiões, a depender de suas necessidades de ratificar que acreditam na coisa certa, por vezes, preferem negar a verdade, do que rever seus conceitos, suas práticas, suas crenças. Ficam lá, sob a manipulação de milênios, em suas zonas de conforto.



SEGUEM DOIS TEXTOS SOBRE A VERDADEIRA HISTÓRIA DE JESUS, COM OS LINKS DOS QUAIS FORAM EXTRAÍDOS, PARA QUEM QUISER SABER MAIS DETALHES SOBRE A VERDADEIRA HISTÓRIA DE JESUS:





http://www.imagick.org.br/pagmag/themas2/jesusvivo.html




JESUS NÃO MORREU NA CRUZ



Diz a história cristã que o corpo de Jesus desapareceu porque subiu ao céu. Uma teoria tenta provar que Jesus não morreu na cruz como se acreditava.
Ele teria sobrevivido, fugiu da Palestina, chegou à Cachemira, lá teve filhos e morreu de morte natural, já velho.
Esta é a tese de Andreas Faber?Kaiser, editor da revista espanhola "Mundo Desconocido" e autor de "Jesus Viveu e Morreu na Cachemira", que decidiu investigar por que há 1.900 anos se venera em Srinagar, capital da Cachemira, um túmulo chamado Rozabal (a "tumba do profeta") como sendo o túmulo de Jesus.



Uma história surpreendente


A história cristã diz que Jesus foi crucificado numa sexta feira ao meio dia. Antes do cair da noite, já morto, seu corpo foi retirado da cruz e depositado na gruta funerária de José de Arimatéia, cuja entrada foi fechada com uma pedra. No domingo seguinte, o corpo de Jesus havia desaparecido inexplicavelmente, fazendo assim cumprir uma profecia bíblica: o filho de Deus ressuscitara de entre os mortos. Depois de um breve período na Terra, durante o qual entrou em contato com seus discípulos, Jesus subiu ao céu, onde está à direita de Deus Pai.
Mas a contrariar este dogma cristão está o túmulo de Srinagar. Andreas Faber-Kaiser apóia-se em dois pontos principais para tentar provar que Jesus não morreu na Palestina, aos 33 anos, e sim na Cachemira, ao norte da Índia, muito tempo depois: as circunstâncias de seu martírio na cruz e referências de que Jesus já vivera na Índia, dos 13 aos 30 anos, período de sua vida do qual a Bíblia não fala.




Sobre a crucificação, Andreas Faber-Kaiser considera que ela ocorreu numa sexta-feira, véspera do shabat judeu, o que obrigava a baixar o corpo de Jesus antes do cair da noite. De acordo com o calendário da época, o sábado começava na noite de sexta e, pelas leis judias, era proibido deixar suspenso na cruz um supliciado durante o dia sagrado do shabat.
Faber-Kaiser argumenta que o objetivo da crucificação não era a morte imediata, mas a lenta tortura, suportável por até quatro dias, principalmente por um homem jovem e saudável. Então, um supliciado que fosse baixado da cruz em tempo teria condições de sobreviver, se devidamente tratado. Para Faber-Kaiser, foi o que aconteceu com Jesus: submetido a apenas algumas horas de tortura, ele foi retirado da cruz ainda vivo e, assistido por seus amigos e discípulos dentro da gruta de José de Arimatéia, recuperou-se e conseguiu fugir.





0 autor de Jesus Viveu e Morreu na Cachemira recorre a vários trechos da história cristã nos quais há indícios de que o martirizado ainda estava vivo ao descer da cruz. O Evangelho Segundo São Marcos diz que Pilatos, conhecedor de que um crucificado leva dias para morrer, estranhou quando lhe comunicaram que Jesus já havia morrido. Diz também que Pilatos feriu o corpo de Jesus com uma lança, para verificar se estava de fato morto, e embora ele não tenha reagido, da ferida jorrou um "sangue abundante", o que não acontece a um corpo sem vida. O Evangelho Segundo São João faz notar que a tumba de José de Arimatéia não foi cheia de terra, como era costume entre os judeus, mas apenas fechada com uma pedra, o que deixava em seu interior espaço suficiente para respirar.




Por último, Andreas Faber-Kaiser afirma que as mais recentes análises científicas realizadas no sudário de Turim - o pano em que o corpo de Jesus foi envolvido
ao ser retirado da cruz - demonstram que o sangue nele impregnado era o sangue de uma pessoa ainda viva.








As mesmas Idéias, a mesma filosofia, o mesmo nome
Partindo, então, da hipótese de que Jesus sobreviveu ao martírio na cruz e fugiu da Palestina, Andreas Faber-Kaiser procura os sinais de sua presença na Cachemira. Sua principal fonte é o professor Hassnain, diretor do Departamento de Arquivos, Bibliotecas e Monumentos do Governo da Cachemira, diretor honorário do Centro de Pesquisas de Estudos Budistas da Cachemira e secretário do Centro Internacional de Pesquisas de Estudos Indianos Sharada Peetha.


O professor Hassnain colocou à disposição de Andreas Faber-Kaiser numerosos documentos que falam de um homem com idéias e filosofia idênticas às de Jesus. Este homem é designado nos documentos pelos nomes de Yusu, Yusuf, Yusaasaf, Yuz Asaf, Yuz-Asaph, Issa, Issana e Isa, que são traduções de Jesus nas línguas cachemir, árabe e urdu. E é este mesmo homem, segundo trajeto traçado pelos documentos, o que foi enterrado no túmulo Rozabal de Srinagar. Jesus, de acordo com as pesquisas de Hassnain, teve filho, e ainda hoje vive em Srinagar um seu descendente direto, chamado Basharat Saleem.





Segundo Andreas Faber-Kaiser, porém, ainda mais importante que os documentos que falam desse Jesus adulto são os manuscritos de Nikolai Notovitch, que contam a vida de um profeta Isa que viveu na índia, entre os 13 e os 30 anos, a mesma faixa de idade em que nada se sabe sobre Jesus. Para Faber-Kaiser, tais manuscritos fecham o ciclo: Jesus viveu na Índia, voltou para a Palestina e, depois, obrigado a fugir, retornou à região em que viveu toda a sua juventude.
Nikolai Notovitch foi um viajante russo que no século passado explorava os territórios do norte da índia, incluindo a Cachemira e o Ladakh, região também conhecida por Pequeno Tibete. Em uma de suas viagens, Notovitch conheceu em Hemis, no Ladakh, um lama (sacerdote budista entre mongóis e tibetanos) estudioso da vida de Isa.





Este lama traduziu para Notovitch, que anotou a mão, documentos escritos em páli (língua dos livros sagradas budistas), contando sobre a passagem de Isa na índia, numa época que corresponde àquela em que Jesus viveu é, principalmente, no exato período em que a Bíblia não registra sua presença na Palestina.
O professor Hassnain chegou aos manuscritos de Notovitch por acaso. Isolado por uma tempestade de neve em Leh, capital do Ladakh, ele dedicou semanas à pesquisa de velhos textos da biblioteca da lamaseria (o mosteiro dos lamas) local e lá encontrou os 40 volumes de diários dos missionários alemães Marx e Francke. Em um dos volumes havia uma referência aos manuscritos traduzidos que Notovitch deixara em Hemis, a 38 quilômetros a sudeste de Leh.
Os missionários alemães não dão crédito às informações de Notovitch, mas o professor Hassnain está totalmente convencido de sua autenticidade.



As revelações sobre o menino-messias
Em “Jesus Viveu e Morreu na Cachemir”a estão reproduzidas alguns trechos dos manuscritos de Notovitch sobre a história de Isa:
"Um formoso menino nasceu no país de Israel e Deus falou pela boca deste menino explicando a insignificância do corpo e a grandeza da alma.
O menino divino, a quem deram o nome de Isa, começou a falar, ainda criança, do Deus uno indivisível, exortando a grande massa extraviada a arrepender-se e a purificar-se das faltas que havia cometido.

De todas as partes as pessoas acorriam para escutá-lo e ficavam maravilhadas diante das palavras de sabedoria que surgiam de sua boca infantil; os israelitas afirmavam que neste menino habitava o Espírito Santo.
Quando Isa alcançou a idade de 13 anos, época em que um israelita deve tomar uma mulher, a casa onde seus pais ganhavam o pão, através de um trabalho modesto, começou a ser ponto de reunião de pessoas ricas e nobres que desejavam ter o jovem Isa por genro, pois era ele conhecido em toda parte por seus discursos edificantes em nome do Todo-Poderoso.
Foi então que Isa desapareceu secretamente da casa de seus pais, abandonando Jerusalém, e se encaminhou com uma caravana de mercadores para Sindh (Paquistão), com o propósito de se aperfeiçoar no conhecimento divino e de estudar as leis dos grandes Bodas.

Aos 14 anos, Jesus havia atravessado todo o Sindh e os devotos do deus Jaina lhe imploravam que ficasse entre eles, mas ele os deixou, caminhando para Jagannath (uma das cidades sagradas da Índia), onde foi recebido com grande alegria pelos sacerdotes de Brahma, que lhe ensinaram os Vedas, a salvar o povo através de orações, a expulsar o espírito do mal do corpo humano e a devolver a este sua forma humana.
Jesus viveu seis anos percorrendo as cidades sagradas de Jaganath, Rajagriba, Benaíes e outras, em estado de paz com os Vaishyas e Shudras, aos quais ensinou a sagrada escritura".

Desde muito jovem, pregando a igualdade dos homens
Nos manuscritos de Notovitch consta que Jesus ganhou suas primeiras antipatias na Índia quando falou da igualdade dos homens, pois os brâmanes escravizavam os sudras e afirmavam que estes só se livrariam da escravidão com a morte. Jesus recusou o convite dos brâmanes de aderir a suas crenças e foi pregar entre os sudras, contra eles.
Condenou então severamente a doutrina que dá aos homens o direito de explorar outros homens, e também combateu a idolatria, defendendo a crença em um único Deus todo?poderoso. Finalmente os brâmanes decidiram que ele devia morrer. Advertido pelos 'sudras, Jesus abandonou a índia e alcançou o Nepal.

Depois de aprender a língua páli, deixou o Nepal e caminhou em direção ao oeste, passando pela Cachemira e chegando à Pérsia (hoje Irã), onde os sacerdotes proibiram o povo de ouvi?lo. Como o povo desobedecesse à proibição, Jesus foi preso e solto pouco depois.
Aos 29 anos, Jesus empreende sua viagem de volta a Israel, onde chega um ano depois. A partir daí, os manuscritos de Notovitch, segundo Faber-Kaiser, se confundem com os textos bíblicos.
Depois de comparar as filosofias desse Isa descrito por Notovitch, do Jesus da história cristã e do profeta que voltou à Índia e se fixou na Cachemira após a crucificação, Andreas Faber?Kaiser conclui que os três são uma só pessoa.



Mulher, filhos e um descendente vivo até hoje
Para Faber-Kaiser, desde o início de sua fuga Jesus pretendia chegar à Cachemira, para cumprir uma missão: reunir as tribos perdidas de Israel, que se espalharam pela Ásia depois do grande cisma. Segundo Kaiser, havia indícios de que os sobreviventes das dez tribos se estabeleceram quase todos na Cachemira, e alguns no Afeganistão e no Paquistão.

Baseado nos documentos recolhidos pelo professor Hassnain, Faber-Kaiser reconstitui a trajetória que Jesus percorreu da Palestina até a Cachemira: "Ele e sua mãe, Maria, tiveram que emigrar da Palestina e partir para um país longínquo, passando de país a país. Acompanhou-os na fuga Tomás, um dos discípulos de Jesus. Encontramos rastros de Jesus na Pérsia, no Afeganistão, e, na localidade de Taxila, no Paquistão. Saídos de Taxila, Jesus, Maria e Tomás rumam em direção à Cachemira, mas Maria não chega a ver a ‘Terra Prometida’; não suportando mais as penas da longa viagem, morre no povoado de Murree".
Faber-Kaiser prossegue: "De Murree Jesus entra na Cachemira por um vale que até hoje se chama Yusmarg (o vale de Yusu). Na Cachemira, Jesus teve mulher e filhos, e até hoje mora em Srinagar o senhor Sahibzada Basharat Saleem, que conserva a árvore genealógica completa de sua família, de Jesus até ele".

A cena da morte de Jesus, Faber-Kaiser transcreve do livro Ikmatud Din, do escritor e historiador oriental Shaikh al Sa'id us-Sadiq, morto no ano de 962: "Jesus, ao sentir a aproximação de sua morte, mandou buscar seu discípulo Ba'bat (Tomás) e expressou a este seu último desejo: que se construísse uma tumba sobre seu corpo no lugar onde expirasse".
Esta tumba, está em pleno centro da cidade de Srinagar, capital da Cachemira. A entrada da tumba lê-se a inscrição Rozabal, que quer dizer o túmulo do profeta.

Jesus viveu na Índia.




O teólogo alemão, Holger Kersten, apesar de jovem, é um especialista dos mais citados pelos autores, estudiosos e teólogos, nos livros onde se pesquisam os estudos bíblicos e os "Documentos Patrimônio da Humanidade". Para escrever o seu livro, polêmico por excelência, Holger Kersten empreendeu uma pesquisa de campo, viajando pela Índia, Afeganistão, Oriente Médio e Israel, em pesquisas exaustivas.-"O Cisma entre pensamento científico e fé colocou o homem moderno diante de uma dicotomia aparentemente intransferível. Os sentimentos espirituais se restringem cada vez mais com o crescimento daqueles que duvidam da verdade da mensagem do Cristo, e das discussões em torno da doutrina cristã. Até mesmo dogmas fundamentais sustentados pela tradição eclesiástica, como Deus, Cristo, Igreja e Revelação se transformaram em objeto de veementes debates entre leigos e teólogos, indistintamente".
-Holger Kersten.HistóricoEstatísticas alemãs apresentadas por Kersten: ano de 1979 - um entre cada três cidadãos concorda com os ensinamentos das Igrejas cristãs. 77% acreditam na possibilidade de independerem de quaisquer igrejas. Uma grande maioria não acredita que Cristo seja um "emissário divino". Kersten expõe o seu pensamento: - "A crença denominada cristianismo deveria ser chamada de paulinismo". - Ao seu ver, Jesus oferecia ensinamentos contrários aos de Paulo, - " Que teve a sua mensagem oficializada como religião".
- H. Kersten.O teólogo protestante Manfred Mezger cita Emil Brunner:-"A Igreja é um grande mal entendido. De um testemunho construiu-se uma doutrina; da livre comunhão, um corpo jurídico; da livre associação, uma máquina hierárquica. Pode-se afirmar que, em cada um de seus elementos e na sua totalidade, tornou-se, exatamente, o oposto do que se esperava" -Jesus - divulgação - PlanetaHolger Kersten concorda com os dois teólogos e acredita que a mensagem de Jesus - Amor e Tolerância - foi substituída pelo dogmatismo e o fanatismo, rios de sangue banharam as lutas pela "supremacia de uma fé verdadeira".
- Kersten faz outra citação que considera importante:"Fiquei profundamente traumatizado em minha carreira de teólogo. Sinto-me aviltado, humilhado, insultado, desonrado, mas não por ateus, nem por gente zombeteira ou incrédula, mas sim por dogmatistas. Por eles e seus pastores que seguem apenas a letra dos ensinamentos que consideram ser o único caminho para chegar a Deus. Fui ferido no ponto mais central, no ponto que, apesar de uma profunda melancolia, tem me mantido vivo: minha crença em Deus...
Heinz Zarhnt - teólogo.Nenhum dos historiadores da época de Jesus faz menção ao nascimento, infância e adolescência de Jesus e nem a ele: Flavio Josefo (93 d.C.) cita Herodes, Pilatos e João Batista. Justo (contemporâneo de Jesus), Filon de Alexandria (contemporâneo de Jesus) e um grande erudito. No século III d.C. surpreendente e inesperadamente, Josefo lança o - Testimonium Flavianum narrando e confirmando os milagres de Jesus e a sua ressurreição, deixando assombrados os padres da Igreja: Justino, Tertuliano e Cipriano. Orígenes clama que Josefo não acreditava em Jesus. Holger Kersten conclui que só nos resta estudarmos o Novo Testamento.-
"Os Evangelhos Apócrifos (textos rejeitados pelo Canon) lançam "- Uma luz estranha e misteriosa sobre a personalidade de Jesus" - H. Kersten - e o teólogo aponta as contradições dos Evangelhos Canônicos (Marcos, Mateus, Lucas e João). Rudolf Bultmann, o criador da "crítica da forma", vigente na atualidade em todos os estudos bíblicos, dá a sua opinião - "Não sabemos com certeza se a antiga tradição reúne palavras do Senhor, altera-lhes a ênfase e as amplia através de adição. Muitas das palavras atribuídas a Jesus no Livro dos Ditos" não lhe pertencem".
- R. Bultmann.Jeremias, historiador eclesiástico faz pesquisa e descobre 21 citações insuspeitas atribuídas a Jesus e as publica - "As palavras desconhecidas de Jesus".A Vida do Santo Issa e o Evangelho AquarianoNicolai Notovitch (1887) o historiador russo escreveu o livro - "A Vida Desconhecida de Jesus Cristo"-
baseado na sua descoberta feita em uma das viagens ao Oriente; Srinagar, na Caxemira. Lá, soube da existência de um livro antiquíssimo - A Vida do Santo Issa - guardado em Lhasa (Tibete) na Índia e no Nepal. Prosseguindo a viagem, Notovitch recebeu em um mosteiro de Hemis, perto da capital do Ladakh, dois livros extremamente antigos. Sofrera um acidente e teve o tempo necessário para pesquisá-los - "A Vida do Santo Issa e o Evangelho Aquariano." - O "Evangelho aquariano" foi escrito por Levi H. Dowling, americano do Ohio - 1884.
Levi era um pastor que recebeu a ordem de escrever a vida de Jesus, através de uma "visão". Durante quarenta anos meditou e orou, e nas noites silenciosas, pelo tempo de quarenta anos, recebeu a revelação do seu Evangelho através das "Memórias do Akasha" (a memória universal). As "Memórias do Akasha" são o que os hebreus denominavam de "O Livro das Memórias de Deus".Gaiola de madeira dentro de Roza Bal - divulgaçãoA Bíblia, lembra Holger Kersten apoiado por todos os estudiosos do "Livro Sagrado", é constituída também por "sonhos lúcidos", profecias de inspiração divina, visões, aparições, vozes do além, material semelhante ou igual às "memórias de Deus" hebraicas ou "Registros Akashicos" - Memória universal."A Vida do Santo Issa"É iniciada com uma breve e sucinta história de Moisés. Em seguida, a preleção de como o Espírito eterno resolveu-se - "Se fazer homem a fim de nos mostrar, com seu exemplo, como alcançar a pureza moral e libertar a alma dos guilhões do corpo, com o fito de ganhar o céu, regido pela felicidade eterna".
- Neste Evangelho encontra-se a infância de Issa (Jesus) quando chegou à região de Sindh (ou Indo), para estudar e se aperfeiçoar vivendo de acordo com as leis de Budha. Holger Kersten se surpreende com o histórico deste Evangelho, segundo ele, semelhante ao Novo Testamento: Jesus ganha a ira dos Brâmanes, insurgindo-secontra o sistema de castas: - "Deus, nosso Pai, não faz diferença entre seus filhos, amando-os a todos igualmente". - E declara em seguida que - " A lei feita para indicar o caminho aos homens, o juiz, Eterno Espírito, que fez a alma-mundo, única e indivisível, julgará com severidade aqueles que se arrogam privilégios". -Frases do "Evangelho de Issa":"Os milagres do nosso Deus foram manifestados no primeiro dia da Criação do mundo e se renovam a cada dia e a cada momento. Quem não tem a capacidade para compreendê-los e percebê-los, acha-se privado de um dos mais belos dons da vida". (quando lhe foram pedidos "milagres")."Quando os povos não tinham ainda sacerdotes, eles eram guiados pela lei natural e conservavam a pureza de alma.
Suas almas encontravam-se na presença de Deus e, para entrar em comunhão com Ele, não tinham necessidade de intermediação de um ídolo ou de um animal, nem do fogo, como ocorre com vocês, que afirmam que o sol deve ser adorado, assim como os espíritos do bem e do mal. Ele depende, única e exclusivamente, da vontade do Criador Invisível, a quem deve sua existência e que lhe deu a missão de iluminar a terra e aquecer o trabalho e a semente do homem."Nos textos deste Evangelho, Issa foi para o Nepal, estudar as escrituras budistas.-" Os ensinamentos que ele começa a difundir são extremamente simples, cristalinos e justos para com os fracos e oprimidos". - H. KerstenJesus volta à PalestinaJesus foi expulso da Pérsia, para onde se dirigira apósO "Sarcófago" de Yuz ASAF - divulgaçãoa sua estada no Nepal, pela classe sacerdotal enciumada, e volta à Palestina.- Quem é você e qual o seu país de origem?- Sou israelita, responde Issa. A explicação seguinte coincide com a dosevangelhos bíblicos e os confirmam, segundo o teólogo H. Kersten:- "No dia do meu nascimento, vi as muralhas de Jerusalém, ouvi os gemidos de meus irmãos escravizados e o pranto de minhas irmãs, condenados a viver entre os gentios.
Senti profunda dor ao saber que meus irmãos tinham se esquecido do Deus verdadeiro. Ainda criança, deixei o lar paterno para vier entre outros povos, mas, para reconduzir à fé dos nossos antepassados, uma fé que nos convida a sermos pacientes na terra, para alcançarmos a mais completa e sublime felicidade no além". --Holger Kersten pede uma extensa e objetiva pesquisa histórica a respeito deste Evangelho perdido nos confins do Oriente.-"Como professor de religião cristã, tenho tido oportunidade de verificar que um número cada vez maior de teólogos esclarecidos estão encontrando dificuldades em aceitar determinados "mitos" que lhe foram impostos: o dogma da imaculada concepção ou da morte na cruz, seguida de uma extraordinária ressurreição e da ascensão de Cristo, sobretudo após Ter descoberto (somente na universidade) alguns novos elementos a respeito dos Textos bíblicos".
- Kersten declara que os teólogos são obrigados, de uma forma absurda, a calar e a continuar repetindo aquelas estórias ingênuas da Bíblia, como se fossem verdades. Nicolai Notovitch tentou entrar em contato com os dignatários da Igreja. Foi rechaçado por todos eles. No Vaticano, um personagem ligado ao Papa dissuadiu o escritor de publicar o seu livro e ofereceu-lhe dinheiro. O escritor Ernest Renan, que depois escreveria a "Vida de Cristo", interessou-se pelos manuscritos, mas queria utilizá-los em seu próprio benefício, (o que talvez tenha conseguido), entretanto, Notovitch recusou-lhe a sua preciosidade e publicou a obra. Segundo H. Kersten, - "a Igreja usa de seu poder para impedir o questionamento da autenticidade dos seus ensinamentos canônicos. Os críticos e cépticos são condenados como ateus e heréticos, sendo amordaçados ou simplesmente repudiados".
- (Kersten pág. 24 - Jesus viveu na Índia - ed. Best Seller - 2ª edição língua portuguesa).O Evangelho AquarianoNos capítulos 6 e 7 deste evangelho, Levi Dowling relata as viagens de Jesus à Índia, decorrentes do seu encontro com o príncipe Ravanna de Orissa (Notovitch Orsis, cidade da Índia) quando Jesus falou no templo, aos doze anos de idade e o príncipe, encantado, o levou para a Índia com o fito de aprofundar os seus estudos. O capítulo 7 descreve as viagens de Jesus dos Himalaias, até o Tibete, onde Jesus estudou os velhos manuscritos de Lhasa. Na sua volta visitou Sindh, Lahore retornando ao Oriente Próximo. Em vários itens, este evangelho coincide com os textos de Notovitch .-"Logicamente, o mundo moderno e "racional" dificilmente se impressiona com um texto como este do "Evangelho Aquariano", por Ter sido mediado por uma pessoa de fé.
No entanto, os anúncios proféticos dos livros canônicos da Bíblia são igualmente aceitos sem discussão, talvez por causa de sua antigüidade. Nestas circunstâncias, é de vital importância examinar as pesquisas modernas sobre a historicidade de Jesus para podermos determinar o que de fato é incontestável em tudo isso". - H. Kersten.O Testemunho de PauloO túmulo de Maria, mãe de Jesus CristoDivulgação"Paulo é um caso típico de intolerância" - Deismann - teólogo (Paulo - 2ª edição 1925) - "Paulo não conheceu nem privou da presença de Jesus" - "Paulo passou por cima dos ensinamentos de Jesus e o colocou num pedestal, transformando-o no Cristo que Jesus nunca quis ser. Se quisermos ser cristãos, teremos que rejeitar as óbvias falsidades que foram consideradas intocáveis e voltar aos puros ensinamentos de Jesus e às questões essenciais da religião" - H. Kersten.
De uma forma quase que geral, os especialistas implicam com Paulo e a religião que, segundo eles, Paulo criou. Wilhelm Nestle, historiador eclesiástico comenta: "O cristianismo foi a religião fundada por Paulo, que substituiu o evangelho de Cristo por um evangelho sobre Cristo". -Muitos teólogos e especialistas contestam a veracidade da pregação paulina, segundo eles, com toques das religiões primitivas semíticas, onde os pais sacrificam seus primogênitos para adorarem e obedecerem a Deus.Holger Kersten visitou "Rozabal" o suposto sepulcro de Jesus, na Índia, cerca o túmulo de "Mai Mari", o também suposto sepulcro de "Mãe Maria". Holger Kersten é um dos teólogos, a exemplo dos gnósticos de Nag Hammadi e do "Corão" muçulmano, que negam a morte de Jesus na cruz. Neste direção, Kersten se baseia, também, nos estudos do Santo Sudário.
O teólogo apresenta no seu livro outros esclarecimentos sobre a personalidade de Paulo, que tornaram-se em livro, assinado pelo médico e psiquiatra alemão, Wilhelm Lange Eichbaum - "Gênio, loucura e glória". -Como são conclusões muito sérias, o "Infinito" remete o leitor ao livro de Holger Kersten: "Jesus viveu na Índia"."A verdade sobre Jesus, e sobre o que ele realmente pregava, é mil vezes mais fascinante que todas as histórias inventadas a seu respeito". Holger Kersten - teólogo e professor.Por que o teólogo Holger Kersten não acredita que Jesus tenha morrido na cruz?Prof.Fida HassmainDescobridor das lápides do túmulo de JesusNum dos capítulos do seu livro "Jesus V iveu na Índia", Holger Kersten apõe o subtítulo: "ELE NÃO MORREU NA CRUZ". A sua justificativa recorre à História, aos historiadores e à medicina, que elucidam detalhes sobre os costumes vigentes naquele tempo.
- "A sentença de morte nos tribunais romanos se consubstanciava nas palavras "ibis and crucem": subirás à cruz". Esta era a forma a mais infamante e brutal de castigo. Esta sentença não se aplicava aos romanos e sim aos rebeldes que viviam sob o jugo romano para torná-los dóceis e obedientes. Os judeus não conheciam esta forma ignominiosa de morte, usavam a lapidação, decapitação, estrangulamento e fogueira. A lei mosaica, entretanto, regulava que o "quase morto" podia ser dependurado em uma árvore o que significava - Maldito por Deus - (Deuteronômio 21,23). Entre os judeus não se poderia crucificar ninguém no sábado e o sábado tem início no DIA DA PREPARAÇÃO, na Sexta-feira à tarde. Foi por isso que a crucifixão de Jesus foi feita às pressas para que não terminasse ao cair da tarde.
Segundo os evangelhos, Jesus foi pregado na cruz na "Sexta hora" (meio dia) e morreu na "nona hora" (três da tarde). Às seis horas da tarde foi retirado da cruz. Se os Evangelhos são corretos, Jesus já estaria "morto" há três horas. Era costume colocar-se sob os pés dos crucificados o nome e o motivo da condenação. Nos pés de Jesus lia-se: "Jesus nazareno rei dos judeus" - INRI - . Uma das condenações de Jesus era a de ele pertencer à seita NAZARENA. Jesus, dificilmente, estaria morto nestas três horas, ele não era, ao contrário dos essênios, um asceta. Mateus, 11,19 - o descreveu: "Veio o Filho do homem que come e bebe, e dizem: "Eis aí um glutão e bebedor de vinho"!... Jesus, segundo outros detalhes, pesava cerca de 79 Kg. (Santo Sudário - conclusões)Jesus não havia morridoVista externa do túmulo de Jesus - divulgaçãoA razão encontrada por Kersten para justificar as suas assertivas é a de que nos versículos 27 e 30 de João, está escrito (após o detalhe de que "Chegando a Jesus e vendo-o já morto não lhe quebraram as pernas" - João 19,33) - o que era o costume para abreviar a morte dos condenados): "Estava ali um vaso cheio de vinagre num ramo de hissopo, levaram-na à sua boca. Quando Jesus tomou o vinagre disse: "Está consumado! E inclinando a cabeça entregou o espírito". Kersten pergunta: - "Jesus tomou o vinagre ou outra substância?
O vinagre e os sais aromáticos eram usados para "dar força", reanimar os condenados às galés e energia para os feridos. Jesus viu acontecer o contrário, - "Jesus ao aspirar ou experimentar o "vinagre", pronunciou as suas últimas palavras e expirou". Em termos fisiológicos - continua Kersten - "Esta reação é inexplicável"! - O normal seria que Jesus tomasse "vinho" - "Aquele que caminhava para a execução recebeu um copo de vinho, com um pedaço de incenso, para que ficasse inconsciente" - Talmud judaico (Sauh. 43 a).
Os romanos admitiam o uso de narcóticos e foi um soldado romano quem ajudou a administrar o vinagre a Jesus. - "A palavra latina para vinagre é acetum que vem de "acidus", ácido, azedo". - E Holger Kersten prossegue nos detalhes que irão invocar os estudos feitos no "Santo Sudário", por médicos renomados, pela Nasa e outros depoimentos importantes que serão analisados em detalhe, no fascículo referente ao "Santo Sudário", nas nossas próximas edições. Kersten acredita que, no vinagre, encontrava-se uma substância muito usada na antigüidade, o SOMA, que era manipulado pelos essênios, hindús, zoroastristas e outros, considerada como sendo o "símbolo da vida divina, uma bebida dos deuses e a bebida da imortalidade".
H. Kersten.O teólogo acredita que Jesus recebeu o soma junto com o vinagre e entrou em estado cataléptico, o que justifica a pressa com a qual José de Arimatéia (primo de Jesus) o retirou do lenho ajudado por Nicodemus, quem preparou a mistura de 50 Kg. de mirra e aloés para o enterro de Jesus. O evangelho apócrifo de Nicodemus relata que José de Arimatéia foi libertado mais tarde de uma prisão judia, por Jesus. (Evang. Nic. 12,15).Kersten conclui que, no vinagre, Jesus recebeu o "soma", na presença da "erva-andorinha" (asclepias acida) e que Paulo, aproveitando-se do fato de a Ressurreição jamais ter sido comprovada, formulou - " a doutrina pagã da redenção sacrificial, que prometia a salvação através da morte e derramamento de sangue". -Por ter chegado à conclusões semelhantes, John M. Allegro, já citado nos textos sobre os "Manuscritos Qumran", foi deposto da "Equipe Oficial - Equipe Internacional" -, desacreditado, ridicularizado e difamado.
Não se deve pensar que Holger Kersten nega Jesus, pelo contrário, ele se mostra fascinado por Jesus, pelo Jesus real e verdadeiro e clama contra o que se fez com esta figura impar - " A direção da Igreja comete quase uma blasfêmia ao conferir autoridade "divina" a textos repletos de erros, omissões, contradições, falsas conclusões, perjúrios e mentiras óbvias". E termina: "Jesus foi comercializado, esticado, codificado, mercadejado e virou mito". "Se nos afastarmos da crença da ascensão do corpo físico de Jesus crucificado, crescerá no coração de cada um, e mesmo no coração daqueles que se educaram dentro do cristianismo tradicional, a fé nas verdades puras, ensinadas pelo próprio Cristo" - Holger Kersten - teólogo e professor de religião.(O livro "Jesus Viveu na Índia" já está na sua sétima edição, na Alemanha)
Fonte:Holger Kersten - "Jesus Viveu na Índia" - ed. Best Seller
Endereço do autor: Caixa Postal 961D - 7800 Freiburg - Alemanha Ocidental.

9 comentários:

  1. Querida Deusa...
    Agradeço o texto, pelo estudo e informações que me dão forças para seguir meu caminho. Para o Universo tudo é tão certo e simples. Para nós Centelhas Divinas é ser o que somos de dentro pra fora, seguindo os sabores da vida e sentindo as energias sublimes que o coração palpita.

    Paz e Luz
    marcosclsantos

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  2. Ao Anônimo:

    kkkk se jesus era Brasileiro nesta época que o Brasil não tinha sido descoberto pelos ''portugas'' ainda, hahaha então ele era um índio? ou um vikking? kkkk será que o crucificaram por causa disso? Teriam os romanos o considerado ''estranho demais'' para a MODA da época?

    kkkkkkkk a o que se pensar..

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  3. Lúcifer= "O fazedor de Luz"(Lux+feris)Shai-tan= Adversário.Juntaram tanta coisa em um caos tão grande que não conseguimos separar e localizar quase nada!

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  4. bom, nem sei se ainda tenho algum cérebro mas, a coisas que ficam vagas. satanismo existe, sendo assim podemos constatar a presença de demonios ou seres inferiores (como queira chamar). muitos praticam diversos tipos de ocultismo, wicca,astrologia e etc. sabemos sobre as mensagens subliminares em quase tudo que vemos, sobre planos e tecnologia avançada pra enganar multidões. sabemos que querem um líder mundial. foi constatado que pessoas com determinado tempo usando um chip pode ter cancer ou ulcera(em cães chipados tbém), sabemos sobre controle do clima,falsos ovnis e que estão criando um cenário apocaliptico e tal. não sou um evangélico, na verdade não sou nada, mas além dessas e muitas outras questões que não vou citar aqui, por que meu interesse não é provar nada, apenas uma sugestão ou opnião filosóf(qualquer coisa aí). o que virá depois, claro mais evolução e continuaremos a nos matar com as novas tecnologias do futuro. nunca teremos paz, porque o ser humano é insatisfeito por natureza e sempre vai querer mais, é connatus(homem lobo do homem), eu não creio que anjos caem pra acordar o homem, creio que o cão (influencia "sois bad")veio pra matar, roubar e destruir. acho q essa influencia é condenada do contrário, já teria salvo o mundo declaradamente. a bíblia certa ou não, manipulada ou não é um livro importantíssimo, porque diz que o capeta é mentiroso. veja bem, tv mostra m#@#@#, internet @#$@$, escolas ensinam #@$#@$, governo da $#@$# pro povo. sei lá penso que esse mundo virou zona e só vai piorar. não a protesto no mundo que traga paz. acho que jesus ou qualquer outro nome virá, não teria sentido se não viesse, gostaria de ser condenado por ele, mas sabendo que o plano divino era real. teria mais lógica q a própria ciencia ou que qualquer argumento. somos tão mesquinhos a ponto de acreditar que a ciencia prova tudo, nada sabemos de fé ou teríamos salvo muitas vidas. a ciencia não prova tudo e os livros tbém não. um exemplo disso é a história do brasil, ou a história da patria q me pariu. sabe como é, tudo modificado. não estavamos com cristo, mas tbém não estavamos com d.pedro 1, quem garante q ele existiu, os livros.penso agora comigo, somos manipulados, o mundo vive de mentiras, influencias malignas, espero que jesus venha pra mostrar o quanto sempre estivemos errados. a verdade só pode ser uma só. o portador é o criador. jesus destruíra o mal, por q se ele não fizer isso, toda a m$#@#$ futura, não terá sentido algum, pois a mentira reinará num mundo sem deus. que coloquem o líder mundial, pra ser derrubado por deus. por q se isso não acontecer, sou eu queficarei puto e farei do mundo um lugar piór de se viver. q venha o príncipe da paz, é o que precisamos.

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  5. obrigado por postar meu comentário, aqui eu falei e fui respeitado por isso, geralmente meus comentários não são aceitos em outras páginas. gostei, página livre de corrupção.
    precisando de algo marcio.sangue@hotmail.com
    bom trabalho pra vcs, espero que encontrem a verdade que procuram. inté

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  6. Gratidão pelo comentário, anônimo.
    Não entendo porque seus comentários geralmente nao são aceitos pois, você me parece ser bem lúcido e coerente.

    Grande abraço . PAZ com tudo e tudo com PAZ!

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  7. paz aos homens de boa vontade

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  8. nunca um texto fez tanto sentido pra mim...parabens

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