A maioria das pessoas vive física, intelectual ou moralmente, num círculo muito restrito do seu ser potencial. Elas fazem uso de uma parte muito pequena de sua consciência possível.


( William James)


sábado, 30 de outubro de 2010

VOCÊ É UM PROGRAMADO OU UM DESPROGRAMADO?

Sabemos que os negativos que se encontram nos bastidores da verdadeira história da humanidade, arquitetou um programa de destruição de tudo o que é natural, fazendo com que as pessoas cada vez mais se tornem artificiais em tudo. A pessoa que é programada mesmo que inconscientemente, segue um padrão imposto pela matrix sem questionar. Esta pessoa segue ''a norma'' e sofre consequentemente da doença do século, a NORMOSE.

Podemos definir normose como um conjunto de normas, conceitos, valores, estereótipos, hábitos de pensar ou de agir aprovados por um consenso ou pela maioria de uma determinada população e que levam à sofrimentos, doenças ou mortes, em outras palavras,que são patogênicas ou letais, e são executados sem que os seus atores tenham consciência desta natureza patológica, isto é, são de natureza inconsciente.

No livro NORMOSE DO AUTOR PIERRE WEIL, Podemos distinguir duas grandes categorias de normoses: as normoses gerais e as normoses específicas.
· As normoses gerais são as que possuem um consenso comum a praticamente toda a
humanidade. E o caso por exemplo da aceitação do cigarro ou da fantasia da separatividade· As normoses específicas tem o seu consenso restrito a determinada nação, população, grupo social ou cultural. Podemos dar como exemplo a prática do duelo entre os homens de classe nobre da Europa até o início deste século ou ainda o uso de assentos que deformam aos poucos a coluna vertebral dos passageiros da classe de motoristas.

Inúmeras outras categorias podem ser criadas em função de diversos parâmetros. Assim sendo, dentro da categoria das normoses específicas podem ser criadas inúmeras outras categorias ou subgrupos, segundo por exemplo o tipo de patologia ou de morte a que leva a normose ou ainda ao consumo de determinados produtos ou alimentos. Podemos assim falar de normoses cancerígenas, quer dizer, as que levam patologia cancerosa. Usamos também a categoria de "normose de consumo" que inclui os inúmeros objetos e serviços prestados e que se revelam patogênicos ou letais.

Trata-se de uma ilusão, de uma miragem, que consiste em nos perceber como separados do mundo exterior, como se não tivéssemos nenhuma relação com este. As conseqüências desta ilusão são o desenvolvimento de emoções destrutivas tais como o apego a tudo que nos dá prazer neste mundo exterior e a rejeição e raiva contra tudo que nos ameaça de dor e sofrimento.
São estas as maiores causas de tensão e stress o qual leva à doenças, a sofrimentos os quais reforçam ainda mais a fantasia da separatividade. As pessoas entram assim num círculo vicioso em que repetem compulsivamente o mesmo comportamento.

Outro exemplo de normose geral que atinge toda a humanidade é a de considerar como normal o uso das guerras para resolver conflitos e desavenças entre nações. Existe até um conceito jurídico de "guerra justa" que sanciona esta normose bellígena.
Esta última normose é ainda reforçada por outra normose que faz com que os povos acreditem piamente serem proprietárias da terra que ocupam, levando demasiadamente a sério as fronteiras e os limites territoriais. Esquecem que todas as fronteiras que nascem os conflitos violentos, que seja fronteiras territoriais, ideológicas, epistemológicas, políticas ou religiosas.
O próprio sentimento de propriedade é também produto de uma normose geral. Podemos em última instância considerar-mos como proprietários de objetos que todos são constituídos de materiais provindo da terra? Somos proprietários da Terra?


Uma das causas essenciais da destruição ecológica é a normose de posse da Terra. Até muito recentemente a humanidade inteira se conduzia como se fosse proprietária da Terra, achando que podia explorá-la indefinidamente. Aliás a crença de que os recursos naturais são inesgotáveis também é uma normose geral em plena regressão.
Mais uma causa fundamental de destruição da vida no nosso Planeta é a Normose Consumista já conhecida sob o termo de Consumismo. É ela que deu ensejo ao aparecimento do novo conceito econômico de Desenvolvimento Sustentável ou melhor ainda Viável. A Normose consumista transforma a população do mundo num verdadeiro formigueiro destrutivo da vida no Planeta.

A pessoa programada é aquela que quer ter o ''controle'' de tudo em sua vida e ao seu redor, quer acumular posses sempre, mesmo sabendo que tudo isto é ilusório e passageiro. É a pessoa que geralmente só pensa no bem estar próprio e quer sempre se mostrar por cima de tudo e todos. Quer sempre levar vantagens e ser a melhor a ''maioral''.Sente orgulho por trabalhar tanto de sol a sol, e enche a boca pra fazer o descurso do ''eu lutei para ter minhas posses''.

Este tipo de persona, sente muito medo pois, no fundo sabe que somos livres e que não somos matéria e no entanto, podemos abandonar este corpo físico a qualquer momento. Mas ela vive lutando e ''correndo atras do pote de ouro'', ela não quer acreditar que nada pode ser possuído realmente neste mundo.

Quando um programado que vive na rotina, que não faz nada de diferente no mundo, que segue o padrão do programa do nascer, crescer, trabalhar, acumular ''coisas'', pedaços de papel (diplomas), vê um DESPROGRAMADO ela geralmente diz ''você tem parafuso solto na sua cabeça?'' como você pode viver com tão pouco? você não deve ser assim tão sossegado na vida..você tem que comprar..consumir..ser alguém..correr..lutar..

O ser desprogramado causa geralmente muito incômodo e indignação..ele gosta da arte, de coisas vivas, vive em paz e não se deixa manipular. Sabe o valor das coisas simples e não se adapta ao corre corre desnecessário da vida moderna escrava do sistema. Não gosta de fofocas e futilidades do tipo tv e afins..gosta da natureza e não entende como o sistema pode desdenhar de um bem tão precioso pregando o consumismo em tudo..ele é geralmente citado entre os programados como ''o desajustado'', o ''louco sonhador''..

Mas o ser desprogramado não se incomoda com a solidão inevitável em meio esta matrix do consumo..ele sabe que ESTE PROGRAMA DOS NEGATIVOS está prestes a EXPIRAR a qualquer momento, fazendo com que todos os programados se sintam livres e conheçam este lado LIBERTO sem regras dos desprogramados DA MATRIX.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

ESCUTE, ZÉ- NINGUÉM !

Fragmentos do livro de WILHELM REICH

Eles o chamam de Zé-Ninguém ou Homem Comum. Dizem que esta é a alvorada do seu tempo, a "Era do Homem Comum".
Não é você quem diz isso, zé-ninguém. São eles, os vice-presidentes de grandes nações, os lideres operários e os filhos arrependidos da burguesia, os estadistas e os filósofos. Eles lhe dão o futuro, mas não fazem perguntas Sobre o seu passado.

Um médico, um sapateiro, um mecânico ou um educador terá de conhecer suas deficiências se quiser realizar seu trabalho e com ele ganhar a vida. Já há algumas décadas você vem assumindo o controle, em todas as partes do mundo. O futuro da espécie humana dependerá dos seus pensamentos e atos. No entanto, seus mestres e senhores não lhe dizem como você realmente pensa e o que você realmente é, ninguém ousa confrontá-lo com a única verdade que poderia fazer de você o senhor inabalável do seu destino. Você é "livre" apenas sob um aspecto: livre da autocrítica que poderia ajudá-lo a governar sua própria vida.

Nunca o ouvi queixar-se: "Vocês me exaltam como futuro senhor de mim mesmo e do meu mundo. Mas não me dizem como um homem se torna senhor de si mesmo e não me dizem o que há de errado comigo, o que há de errado com o que penso e faço."
Você permite que os poderosos exijam poder "para o zé-ninguém". Mas você mesmo se cala. Você confere mais poder aos poderosos, ou escolhe homens fracos e maus para representá-lo. E descobre tarde demais que você é sempre enganado.

"Que direito você tem de me passares sermão?", é a pergunta que vejo nos seus olhos assustados. É a pergunta que ouço na sua língua insolente, zé-ninguém. Você tem medo de olhar para si mesmo, zé-ninguém, tem medo das criticas e tem medo do poder que lhe está prometido. Que uso irá fazer desse poder? Você não sabe. Tem medo de pensar que você mesmo - o homem que você sente que é - possa um dia ser diferente do que é agora: livre em vez de intimidado, sincero em vez de manipulador, capaz de amar, não como um ladrão no meio da noite, mas em plena luz do dia. Você se despreza, zé-ninguém. Você diz: "Quem sou eu para ter opinião própria, governar minha vida e achar que o mundo é meu?" Tem razão: quem é você para reivindicar sua própria vida? Vou lhe dizer quem você é.

Você difere de um grande homem sob apenas um aspecto: o grande homem foi um dia um zé-ninguém, mas desenvolveu uma única qualidade importante. Reconheceu a pequenez e a estreiteza dos seus atos e pensamentos. Sob a pressão de alguma tarefa à qual atribuía grande significado, aprendeu a ver como sua pequenez, sua insignificância, punha em risco sua felicidade. Em outras palavras, um grande homem sabe quando e de que forma ele é um zé-ninguém. Um zé-ninguém não sabe que é pequeno e tem medo de saber. Esconde sua insignificância e estreiteza por trás de ilusões de força e grandeza, da força e da grandeza de alguma outra pessoa. Sente orgulho dos seus grandes generais, mas não de si mesmo. Admira uma idéia que não teve, não uma idéia que teve. Quanto menos entender alguma coisa, mais firme é sua crença nela. E, quanto melhor entende uma idéia, menos acreditará nela.

SEU FEITOR É VOCÊ MESMO. Ninguém tem culpa da sua escravidão a não ser você mesmo. Ninguém mais, é o que lhe digo.
Isso é novidade para você, não é? Seus libertadores lhe dizem que seus opressores são Guilherme, Nicolau, o Papa Gregório XXVIII, Morgan, Krupp e Ford. E quem são esses seus libertadores? Mussolini, Napoleão, Hitler e Stálin.
Eu digo: Só você mesmo pode ser seu libertador!

Cercado por grandes zés-ninguéns, ele ganha poder para você, ou um pouco da verdade, ou ainda uma fé nova e melhor. Escreve seus ensinamentos, elabora leis para garantir a liberdade, contando com seu auxílio e firme disposição de ajudar. Ele o ergue do atoleiro social em que você se afundara. Para manter todos os grandes zés-ninguéns unidos e não deixar de fazer jus à confiança do povo, o
verdadeiro grande homem é forçado, pouco a pouco, a sacrificar a grandeza que alcançou em profunda solidão espiritual, longe de você e da sua agitação diária, embora em íntimo contato com a sua vida. Para liderá-lo, ele precisa permitir que você o idolatre como um deus inacessível. Você não teria confiança nele se ele continuasse a ser o homem simples que foi; se, por exemplo, vivesse com uma mulher fora do matrimônio.

Portanto, é você quem cria seu novo senhor.
Elevado à posição de novo senhor, o grande homem perde sua grandeza, que consistia em integridade, simplicidade, coragem e intimidade com as realidades da vida. Os grandes zés-ninguéns, que derivam seu prestígio do grande homem, assumem os altos postos nas finanças, na diplomacia, no governo, nas artes e nas ciências. E você continua onde sempre esteve, no atoleiro. Você continua a andar por ai em andrajos, em nome do "futuro socialista" ou do "Terceiro Reich". Você continua a viver em casebres de pau-a-pique rebocados com bosta de vaca. No entanto, sente orgulho do seu Palácio da Cultura do Povo. Você se satisfaz com a ilusão de que detém o poder... Até a próxima guerra e a queda dos novos senhores.

"Você é e sempre será um ser inferior, incapaz de ter responsabilidade. Você os chama de guias ou redentores e dá gritos de „hurra‟."
Tenho medo de você, zé-ninguém, muito medo, porque o futuro da humanidade depende de você. Tenho medo de você porque seu principal objetivo na vida é fugir - de si mesmo. Você está doente, zé-ninguém, muito doente. A culpa não é sua; mas é sua responsabilidade se curar. Você já se teria livrado dos seus opressores há muito tempo se não tivesse aprovado a opressão, e lhe dado tantas vezes apoio direto.

Nenhuma força policial no mundo teria tido o poder de esmagá-lo se você tivesse um mínimo de auto-respeito em sua vida cotidiana; se tivesse a consciência, a real consciência, de que sem você a vida não poderia prosseguir por uma hora sequer. Será que seu libertador lhe disse isso? Ele o chamou de "Trabalhadores do Mundo", mas não lhe disse que você e somente você é responsável pela sua vida (e não pela honra da pátria).

"Antes de confiar em você, quero saber quais são as suas convicções."
Quando eu lhe disser quais são as minhas convicções, você vai sair correndo à procura do promotor público, do Comitê contra Atividades Antiamericanas, do FBI, do GPU, do seu jornal de escândalos preferido, da Ku Klux Klan ou dos diversos líderes do proletariado mundial.
Não sou nem branco, nem preto, nem vermelho, nem amarelo.
Não sou nem cristão, nem judeu, nem muçulmano, nem mórmon. Não sou polígamo, nem homossexual, nem anarquista.

Faço amor com uma mulher porque a amo e a desejo, não porque tenho uma certidão de casamento ou por estar faminto de sexo.

Não espanco crianças. Não pesco nem caço, embora seja bom atirador e goste de praticar tiro ao alvo. Não jogo bridge e não dou festas para divulgar minhas idéias. Se minhas idéias forem válidas, elas próprias se divulgarão.
Não submeto meu trabalho à apreciação de qualquer autoridade médica, a menos que ela o compreenda melhor do que eu. E sou eu que decido quem entende minhas descobertas e quem não.
Respeito ao pé da letra todas as leis que fazem sentido, mas combato as que são obsoletas ou absurdas. Não vá correndo falar com o promotor público, zé-ninguém! Se ele é um homem honesto, age da mesma forma.

Quero que as crianças e os jovens apreciem o amor físico sem obstáculos.
Não acredito que, para ser religioso no melhor e autêntico sentido, um homem precise destruir sua vida amorosa e se mumificar de corpo e alma.
Sei que o que você chama de "Deus" realmente existe, mas não na forma que você pensa. Deus é energia cósmica primordial, o amor no seu corpo, sua integridade e sua percepção da natureza dentro e fora de você.

Tenho medo de você, zé-ninguém, muito medo. Nem sempre foi assim. Eu mesmo era um zé-ninguém, em meio a milhões de outros zés-ninguéns. Tornei-me, então, cientista e psiquiatra. Aprendi a ver como você está doente, e como é perigoso nessa sua doença. Aprendi a ver que é seu próprio distúrbio psíquico, não algum poder superior externo a você, que o mantém embaixo - todos os dias, a qualquer hora, mesmo na ausência de qualquer coerção externa. Você teria derrubado os tiranos há muito tempo se no seu íntimo estivesse vivo e em perfeita saúde.
No passado, seus opressores provinham das classes mais altas da sociedade; mas hoje eles provêm da sua própria camada. São ainda mais zés-ninguéns do que você, zé-ninguém.

Precisam ser mesmo muito pequenos para conhecer sua desgraça a partir da própria experiência e, com base nesse conhecimento, oprimi-lo com mais eficácia e mais crueldade do que nunca.
Você não sabe discernir, não sabe sentir quem é o homem verdadeiramente grande.
Você nem sempre é pequeno, zé-ninguém. Sei que tem seus "momentos de grandeza", suas "experiências de entusiasmo" e "exaltação". Falta-lhe, porém, a perseverança para deixar seu entusiasmo decolar, sua exaltação levá-lo a alturas cada vez maiores. Você tem medo de decolar, tem medo das alturas e das profundezas. Nietzsche há muito tempo lhe disse isso, muito melhor do que eu. Ele queria elevá-lo para que você se tornasse um super-homem, para que superasse o meramente humano.

Em vez do super-homem de Nietzsche você aceitou o Fúhrer, Hitler. E você continuou sendo o que era, o subumano.
Quero que você deixe de ser subumano e se torne "você mesmo". "Você mesmo" é o que estou dizendo. Não o jornal que você lê, não a opinião do seu vizinho perverso, mas "você mesmo". Eu sei, e você não sabe, o que você realmente é no fundo. Bem no fundo, você é o que um cervo, seu Deus, seu poeta ou seu filósofo são.

Você acha, porém, que é membro da associação dos veteranos de guerra, do seu clube de boliche ou da Ku Klux Klan. E, por pensar assim, você se comporta desse jeito. Isso também já lhe foi dito há muito tempo por Heinrich Mann na Alemanha, por Upton Sinclair e John dos Passos nos Estados Unidos. Você, entretanto, não reconheceu Mann nem Sinclair. Você só reconhece o campeão dos pesos pesados e Al Capone. Se lhe for dada a escolha entre uma biblioteca e uma luta, sem dúvida você irá à luta.

Você advoga a felicidade na vida, mas a segurança tem para você significado muito maior, mesmo que ela lhe custe dobrar a espinha ou arrase com sua vida inteira. Como nunca aprendeu a agarrar a felicidade, a apreciá-la e protegê-la, falta-lhe a coragem da integridade. Será que devo lhe dizer, zé-ninguém, que tipo de homem você é? Você ouve propagandas no rádio, anúncios de laxantes, cremes dentais, graxa para sapatos, desodorantes e assim por diante.
Não se dá conta, porém, da estupidez infinita, do abominável mau gosto dos cantos de sereia calculados para atrair sua atenção. Você algum dia chegou a prestar atenção às piadas de um comediante de boate a seu respeito? A respeito de você, dele mesmo e de todo o seu mundo desgraçado. Ouça bem seus comerciais de produtos para o melhor funcionamento dos intestinos e aprenda quem e o que você é.

Escute, zé-ninguém! Cada uma das suas iniqüidades mesquinhas lança uma luz sobre a desgraça da vida humana. Cada um dos seus atos mesquinhos diminui a esperança de que se possa melhorar seu quinhão, mesmo que só um pouco. Isso é motivo para tristeza, zé-ninguém, para tristeza profunda e dolorosa. E para evitar essa tristeza que você faz piadinhas tolas. Isso é o que você chama de seu senso de humor.

Você ouve uma piada sobre si mesmo e se junta ao riso. Não ri por apreciar o humor às suas custas. Ri do zé-ninguém sem suspeitar que está rindo de si mesmo, que a piada é sobre você. E todos os milhões de zés-ninguéns não percebem que a piada é sobre eles. Por que riram de você com tanto entusiasmo, tanta franqueza, tanta crueldade pelos séculos afora? Já percebeu como fazem as pessoas comuns parecerem ridículas nos filmes?

Vou lhe dizer por que riem de você, zé-ninguém, pois eu o levo a sério, muito a serio.
Foram necessários muitos milhões de anos para você evoluir de medusa a bípede terrestre. Você vem vivendo em rigidez corporal, sua aberração atual, há apenas seis mil anos. E vai demorar cem, quinhentos ou cinco mil anos para que você redescubra a natureza dentro de você, a medusa em você.

Não é verdade, zé-ninguém, que você persegue "mães solteiras" por serem imorais? Não é verdade que você traça uma distinção nítida entre filhos "legítimos" e "ilegítimos"? Que lastimável criatura você é, correndo a esmo neste vale de lágrimas! Você não conhece o significado das suas próprias palavras.

Você cultua o Menino Jesus. O Menino Jesus nasceu de uma mãe sem certidão de casamento. O que você cultua no Menino Jesus, pobre zé-ninguém dominado pelo casamento, é seu próprio anseio pela liberdade sexual! Você exaltou o Menino Jesus "ilegítimo", tornou-o filho de Deus, que não considerava nenhuma criança ilegítima. Mas então, cruel e mesquinho como é, você começou, na pessoa do apóstolo Paulo, a perseguir os filhos do verdadeiro amor e a dar aos filhos do verdadeiro ódio a proteção das suas leis religiosas. Você é vil, zé-ninguém.

Você dirige seu automóvel, atravessando pontes concebidas pelo grande Galileu. Você sabe, zé-ninguém de todos os países, que o grande Galileu gerou três filhos fora do casamento? Isso você não conta aos seus alunos. E não foi essa uma das razões para a perseguição a Galileu?
E você sabe, zé-ninguém da pátria de todos os povos eslavos, que o grande Lênin, pai de todos os trabalhadores do mundo (ou de todos os eslavos?), ao chegar ao poder, aboliu o casamento compulsório? Você sabe que ele próprio viveu com uma mulher sem oficializar o casamento‟? Disso, você fez segredo. não é, zé-ninguém? E depois, através do seu grande líder de todos os eslavos, você restabeleceu as antigas leis do casamento por ser incapaz de incorporar à sua vida o grande feito de Lenin
Ou talvez, zé-ninguém, você seja um marxista, um "revolucionário profissional", futuro líder dos trabalhadores do mundo, futuro pai de alguma pátria soviética.

Você quer livrar o mundo dos sofrimentos. As massas enganadas fogem de você, e você corre atrás delas, aos gritos. "Parem! Parem, massas trabalhadoras! Não estão vendo que eu sou seu libertador? Por que não o admitem? Abaixo o capitalismo!" Eu instilo vida nas suas massas, revolucionário-ninguém. Eu lhes mostro a desgraça de suas vidinhas. Elas me ouvem, ficam radiantes de entusiasmo e esperança e correm para suas organizações porque esperam me encontrar ali. E o que é que você faz?

"O sexo é uma aberração pequeno-burguesa", diz você. "Tudo depende de fatores econômicos." E lê o livro de Van de Velde sobre técnicas amorosas.
E você, zé-ninguém, o que fez com a riqueza intelectual do grande homem? Ele lhe deu idéias elevadas, de longo alcance, mas você guardou apenas uma palavra retumbante: ditadura! De toda a superabundância de um grande e caloroso coração... restou apenas uma palavra: ditadura! Você jogou fora tudo o mais: liberdade, respeito pela verdade, libertação da escravidão econômica, pensamento construtivo, metódico. Só uma palavra infeliz, embora bem-intencionada, permaneceu em você: ditadura!

A partir desse pequeno equívoco por parte de um sábio, você criou um enorme sistema de mentiras, perseguições, torturas, prisões, carrascos polícia secreta, informantes, delatores, uniformes, marechais e medalhas. Todo o resto você jogou fora. Agora está começando a compreender como você é, zé-ninguém? Ainda não? Pois bem, vamos tentar mais uma vez. Você confundiu as "condições econômicas" do seu bem-estar na vida e no amor com a "maquina"; a emancipação do homem com a "grandeza do Estado"; a disposição a fazer sacrifícios por grandes objetivos com a estupidez e teimosia da "disciplina partidária"; o despertar de milhões com a exibição de poderio bélico; amor livre com o estupro indiscriminado quando veio à Alemanha; a abolição da pobreza com o extermínio dos pobres, fracos e indefesos; cuidado às crianças com a "criação de patriotas"; planejamento familiar com medalhas para as "mães de dez filhos". Você mesmo não foi vítima dessa sua idéia da "mãe de dez filhos"?


Você acha que os fins justificam os meios, por mais abjetos que sejam. Eu lhe digo: O fim é o meio pelo qual você o atinge. O passo de hoje é a vida de amanhã. Fins grandiosos não podem ser alcançados por meios torpes. Isso você provou em todos os seus levantes sociais. A mesquinhez e a desumanidade dos meios fazem com que você seja mesquinho e desumano, e tornam os fins inatingíveis.
Ouço-o perguntar: "Como então vou atingir meu fim, seja ele o amor cristão, o socialismo, seja a democracia norte-americana?" Seu amor cristão, seu socialismo e sua democracia norte-americana são o que você faz a cada dia, em cada momento, seu modo de pensar, de abraçar sua companheira de vida e amar seu filho; eles são sua atitude de responsabilidade social para com seu trabalho e sua determinação de não se tornar como os opressores da vida que você tanto odeia.

Você confundiu o direito à liberdade de expressão e de crítica com o direito de cometer indiscrições e fazer piadas idiotas. Você quer criticar mas não ser criticado e, em conseqüência dessa atitude, acaba sendo dilacerado e morto. Quer atacar sem se expor ao ataque. É por isso que sempre atira de tocaia.
"Polícia! Polícia! O passaporte desse homem está em ordem? Ele é médico mesmo? Seu nome não está no Quem é quem e a Associação Médica está contra ele."
A polícia não vai levá-lo a lugar nenhum, zé-ninguém. Ela pode prender ladrões e regulamentar o tráfego, mas não tem como conquistar a liberdade para você, nem como preservá-la. Você mesmo destruiu sua liberdade e continua a destruí-la com uma coerência deplorável.
Você não é o "povo", zé-ninguém. Você é quem menospreza o povo, pois você trabalha não pelos direitos dele, mas pela sua própria carreira.

Isso também já lhe foi dito por uma infinidade de homens generosos. Só que você nunca os leu, zé-ninguém, disso tenho certeza. Mostro respeito pelo povo ao incorrer em sério perigo para dizer a verdade a ele. Poderia muito bem jogar bridge com você e fazer piadinhas idiotas. Mas não me disponho a sentar à mesma mesa que você. Você é um péssimo defensor da Declaração da Independência.
Você não é nada, zé-ninguém! Nada de nada! Você não construiu esta civilização, ela foi construída por alguns dos seus senhores mais decentes. Mesmo que você seja construtor, você não sabe o que está construindo. Se eu ou alguma outra pessoa dissesse: "Assuma responsabilidade pelo que está construindo", você me chamaria de traidor do proletariado e correria em rebanho até o Pai de todos os proletários, que não diz esse tipo de coisa.
Você não é livre, zé-ninguém, e não faz a menor idéia do que seja a liberdade. Não saberia viver em liberdade. Quem levou a peste ao poder na Europa? Você, zé-ninguém! E nos Estados Unidos?


Eu sei, eu sei, mulher-ninguém. Todas as aparências lhe são favoráveis; você estava lutando pelo seu pais e assim por diante. Isso eu ouvi há muito tempo na Áustria. Você alguma vez ouviu um motorista de aluguel em Viena aos gritos de "Longa vida ao meu Imperador!"? Não? Não faz diferença. Basta que preste atenção a você mesma. A toada é a mesma. Não, mulher-ninguém, não tenho medo de você. Você não pode fazer nada contra mim. Sei que seu genro é promotor público ou que seu sobrinho é coletor de impostos na minha cidade. Você o convida para tomar chá e solta uma palavra indignada a meu respeito. Ele está ansioso por uma promoção e à procura de uma vitima, alguém que possa sacrificar à lei e à ordem. Sei como isso se faz. Mas isso não a salvará, mulher-ninguém. Minha verdade é mais forte do que você.


Mesmo assim, não desanimei, porque nesse meio tempo eu havia adquirido uma compreensão melhor e mais profunda da sua doença, eu sabia que você não poderia ter pensado ou agido de modo diferente. Reconheci seu medo pânico diante de tudo o que é vivo em você. É esse medo que sempre o desvia do caminho, mesmo quando começou bem. Você simplesmente não consegue perceber que a esperança precisa nascer da sua própria compreensão. Para você a esperança vem de fora para dentro, mas nunca brota a partir de você mesmo. E por isso, zé-ninguém, que você, considerando a total podridão do seu próprio mundo, me chama de "otimista". Sim, eu sou otimista, cheio de perspectivas para o futuro. Como isso é possível? Vou lhe dizer.

A força vital no homem foi maltratada por muito tempo, mas só recentemente ela começou a revidar. Este é um grande começo para seu grande futuro, e promete um fim terrível para todos os tipos de pequenez nos zés-ninguéns!
Cale-se! Você está se escondendo por trás do mito do zé-ninguém porque tem medo de entrar na correnteza da vida e de precisar nadar, mesmo que seja só por seus filhos e netos.
O que você chama, de "opinião pública", zé-ninguém é o conjunto das opiniões de todos os zés-ninguéns, homens e mulheres. Cada homem e cada mulher zé-ninguém tem no seu íntimo uma opinião própria correta e um tipo especial de opinião incorreta. Suas opiniões incorretas derivam do medo das opiniões incorretas de todos os outros zés-ninguéns e mulheres-ninguéns. É por isso que as opiniões corretas não vêm à luz. Por exemplo, você não vai mais acreditar que você "não tem nenhuma importância". Você irá saber e proclamar que é o esteio e o alicerce desta sociedade humana. Não fuja! Não tenha medo! Não é tão mau assim ser um esteio responsável da sociedade humana.

"O que eu devo fazer então para ser o esteio da sociedade?"
Nada de novo ou de incomum. Apenas continue fazendo o que já está fazendo: lavre seu campo, use seu martelo, examine seu paciente, leve seus filhos para brincar ou para a escola, escreva artigos sobre os acontecimentos do dia, investigue os segredos da natureza. Você já está fazendo tudo isso, mas acha que são atividades sem importância e que só as palavras ou os atos do Marechal Medalha-no-Peito ou do Príncipe Conversa-Fiada são importantes.

"Você é um sonhador, doutor. Não percebe que o Marechal Medalha-no-Peito e o Príncipe Conversa-Fiada dispõem dos soldados e das armas necessárias para fazer a guerra, para me convocar para a guerra deles e para fazer explodir em pedaços meu campo, minha fábrica, meu laboratório ou meu escritório?
Faça o que seu coração mandar, ainda que ele o leve a caminhos que almas tímidas evitariam. Mesmo quando a vida for um tormento, não permita que ela o torne insensível.
Descortinei para você o vasto reino da energia viva dentro de você, sua essência cósmica. Essa é minha grande recompensa.

E para os ditadores e tiranos, os astuciosos e malévolos, os abutres e hienas, protesto com as palavras de um antigo sábio:

Plantei neste mundo o estandarte de palavras sagradas.
Muito depois de estar murcha a palmeira
e de se ter esfarelado a rocha;
muito depois de monarcas deslumbrantes
terem desaparecido como o pó de folhas secas,
mil arcas levarão minha palavra
pelos dilúvios afora:
Ela prevalecerá.

Fragmentos de vários livros do mestre Osho

''Se você se encontra numa situação ruim na vida, onde está totalmente perdido, você me pergunta o que fazer? Eu respondo: Por favor não faça nada. Sua vida está deste jeito por você fazer muito..ter feito muita coisa em excesso..então não faça absolutamente mais nada.'' (Osho)


''Todos os problemas são falsos, você os cria. Pois sem problemas não há nada a fazer, nada com o que brigar, nenhum lugar para ir, Você cria problemas para que possa sentir que a vida é um grande trabalho, um crescimento,e você precisa batalhar arduammente.
Lembre-se: O ego pode existir somente quando ele batalha, quando ele luta. você cria os problemas, mas eles na verdade não existem.'' (Osho)

''Iluminação: Apenas é uma decisão de não querer criar mais problemas. Parar com a tolice de não arranjar mais problemas e de encontrar soluções.'' (Osho)

''O ego não pode existir no vazio.''

''Viva no mundo mas não deixe que o mundo viva em você.''

''O mundo não é ruim nem bom. Se você for inteligente ele é um tédio. Se você for estúpido pode seguir em frente, então ele é um carrossel e você se move interessado em trivialidades. Fica repetindo e não está suficiente consciente para perceber a repetição, não pode perceber que ontem fez uma coisa, que hoje está fazendo a mesma coisa e fica imaginando fazer de novo a mesma coisa amanhã. você deve ser realmente pouco inteligente. Como a inteligência pode evitar o tédio? é impossível pois, a inteligência é perceber as coisas como elas são. É por isso que as pessoas inventaram o álcool e outras drogas, estas são maneiras de escapar do tédio, mas você não pode escapar mas sim, evita-lo por algum tempo apenas. Repetidamente o tédio virá..Você pode ''escapar'' no sexo, no comer exageradamente,na música, mas repetidamente o tédio surgirá. O tédio mostra simplesmente que você está ficando consciente da futilidade da vida, da roda constantemente repetitiva. As pessoas são tolas e quanto mais velho mais tolo você fica ,quanto mais experiente parece que acumula mais estupidez na vida. Raramente acontece das pessoas começarem a observar a vida e seus PADRÕES de vida repetitivos. Perceba o que é a sua infelicidade, que desejos a estão causando e porque você está se apegando a estes desejos. Então não é a primeira vez que você se apega a esses desejos; Esse tem sido o padrão de toda a sua vida e você não chegou a lugar nenhum.'' (Osho)


''Uma educação verdadeira não te ensinará a competir, mas ensinará a cooperar. Não ensinará a lutar e chegar em primeiro lugar, mas a ser criativo, a ser amoroso, a ser alegre sem se comparar com os outros.'' (Osho)

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

SAGRADO FEMININO





O sangue é um símbolo vivo, uma evidência da conexão humana com os ancestrais e com os códigos de consciência armazenados dentro de todos os seres constituindo uma biblioteca genética em sua essência espiritual, estão os arquivos de experiências pessoais, planetárias e celestiais.
O sangue é rico em padrões e desenhos da natureza geométrica que se reconhecem, de acordo com o estado de consciência e intenção de cada pessoa, os seus pensamentos são registrados pelo seu sangue, ele é rico ou pobre de acordo com o projeto de intenções do indivíduo e pode ser facilmente enriquecido ou reestruturado.
Freqüentemente as mulheres desdenham seu sangue menstrual ao invés de compreendê-lo como fonte de seu poder. O sangue menstrual pode ser empregado para nutrir a vida vegetal. Em geral as mulheres não sangram mais sobre a Terra, fazer isso constitui uma transferência direta de energia Divina Viva.
Quando as mulheres colocam seu sangue sobre a Terra, ela é alimentada. Conforme vão deixando de lado antigos tabus e trabalham com o sangue menstrual, verão que tem um efeito diferente sobre plantas e animais.
O sangue constitui uma das mais elevadas fontes de fertilização, ele pode ser diluído com água para aumentar sua quantidade e abençoado com cristais para manter a vibração, atrairá plantas e animais que tenham uma nova vitalidade.
Não há erro na menstruação, é uma das maiores dádivas, é o elixir dos deuses, se desejam ter uma horta fértil, usem o seu sangue diluído com água e esta horta florescerá e acelerará o crescimento dos alimentos. O sangue menstrual é altamente oxigenado. A Lua influência os ritmos terrestres, rege o fluxo de energia do corpo, do mesmo modo que governa as marés do planeta.

Fonte: Terra Ensinamentos das Plêiades - Barbara Marciniak


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Nós mulheres precisamos recobrar o sagrado que habita em nós. Muitas pessoas esqueceram do real valor e poder feminino e isto se reflete em nossa mãe Gaia, o planeta terra. Atualmente é perceptível ver como a terra está desnutrida de energia e sendo ela nossa mãe desta vestimenta física que temos, sentimos como ela precisa de nós. A matrix sempre nos bombardeou com informações falsas incentivando cada vez mais o consumismo desenfreado, causando poluições desnecessárias de rios, nascentes, desmatamentos e incentivando também a nos tornarmos seres tóxicos pois, nesta era dos shoppings centers e afins, muitas pessoas se tornaram robotizadas sem elo algum com a mãe gaia, com o lado NATURAL e correto de ser e viver.



O natural em nós é nossa força inata em cada um, por isso a matrix e os donos deste sistema escravagista pregam tanta superficialidade. A maioria das mulheres negam sua feminilidade, tem nojo da própria menstruação coisa que para nossas antepassadas era símbolo de poder e força interior pois, este sangue acumulado é o que se transformavaos seus filhos. Haviam rituais indígenas de oferecimento da menstruação como um retorno a mãe terra fechando assim um ciclo onde, a terra recebendo a menstruação cheia de nutrientes se tornava mais forte e transparecia cada vez mais força e agradecimento.


Todas as mulheres tinham a noção do poder interior que habitava cada uma, elas sabiam muito bem do sagrado feminino e infelizmente isto foi se perdendo. O que vemos hoje são mulheres que desrespeitam o sagrado feminino, querem competir com os homens em tudo, elas não se conectam mais com a natureza e vivem escravas de coisas industrializadas, cosméticos,botox,silicone e afins. A mãe terra é a geradora de tudo o que vemos manifestado no físico, e nós mulheres somos também as geradoras e transformadoras de energia.



O masculino não tem que ser ''conquistado'' ou ''superado''. Na natureza tudo deve estar em harmonia divina e sendo assim o masculino e feminino são duas forças da natureza complementares. Na filosofia oriental vemos que tudo é YIN E O YANG sendo o yin o princípio passivo, noturno, escuro, frio, e o yang o princípio ativo, diurno, luminoso, quente. Tudo em perfeito equilíbrio é a unidade trasparecida e isto a maioria de nós perdeu graças ao incentivo que recebemos por anos a fio dos negativos que nos bombardeiam com informações antinaturais.


A mulher quando se torna consciente de seu real poder, desperta a Deusa que a habita e volta a reconexão com nossa sagrada mãe Gaia transformando assim, tudo a sua volta. A nova era será intensamente feminina e maternal pois, a sabedoria ancestral da guerreira é o que dará continuidade e força para os que estiverem presente na reconstrução da nova terra. A consciência de integridade com a mãe natureza, estará em tudo e em todos e o sagrado feminino desperto nas mulheres. Que nossas ancestrais xamãs que aqui chegaram primeiramente, nos transfira sabedoria para a continuidade do caminho da Deusa...


AHO MITAKUYE OYASIN!!

sábado, 23 de outubro de 2010

A GRANDE ONDA


Muitas vezes nós paramos para pensar se vale a pena seguir por certo caminho quando tudo e todos vão em outra direção. Você está num rio e quer chegar a um lugar na direção contrária de onde a água corre, pois descobre existir um oásis lá em cima, onde os corpos são mais leves e as palavras são desnecessárias; onde há apenas a verdade sobre quem somos e podemos viver na plenitude de nós mesmos. Seguir com a correnteza ou lutar contra ela? Lutar seria perda de tempo quando a força da água é mais intensa que você, pois mesmo que vá longe, cedo ou tarde irá cansar. Então como fazer? Tentar, tentar e tentar? Não.



Você deve estudar para clarear a mente e entender que pode chegar ao seu destino sem problema se sair do rio e seguir por terra.
A vida é um rio, cuja correnteza é invencível e de cuja margem poucos têm conhecimento. 90% das pessoas deixam a vida levá-las, queixando-se quando vão parar onde não querem ir e lamentando-se por não terem controle sobre suas vidas. São seguidoras. Seguem o senso comum. Seguem o rebanho e descartam, depreciam, condenam, machucam, matam todos aqueles que seguem seus próprios caminhos. Não aceitam a ideia de que há um jeito de sair da correnteza; de subir o rio sem se molhar; de terem controle de onde vão parar. Não acreditam que há escolha.



Você, querido leitor, que acompanha essas linhas faz parte dos 10% restantes. Você já sabe da margem, já sabe que para subir o rio, pode fazê-lo por terra e já não segue mais o senso comum. A solidão pode já estar fazendo parte de sua vida, pois seus pensamentos não encaixam com os das outras pessoas. Você vê a margem, mas sabe que ainda não chegou nela, por isso às vezes desanima, tem dúvidas se o que vê é real ou apenas uma ilusão de ótica. Os outros lhe dizem o quão tolo você é, e às vezes, algumas vezes, você acredita neles. Mas então você vê mais nitidamente a terra e continua em sua direção, embora pareça que nunca vai chegar lá.
E sabe por quê? Por que você ainda não está compreendendo quem realmente é e em que posição se encontra. Ainda olha na mesma altura que os demais, mesmo que os pensamentos já não sejam afins.



Você ainda está agachado na água. Levante-se e perceba que a água bate na sua cintura, que todos estão agachados, por isso não conseguem enxergar a margem, por isso zombam de você quando diz o que sabe. Você ainda está estancado no conformismo, no costume e na programação prévia. Percebe o mundo de um jeito novo, mais ainda o vê do jeito antigo. Sabe da margem, mas não estudou e pôs em prática como alcançá-la. Apenas fica aí, pensando nela, sonhando com ela, falando sobre ela. Mas ela não irá até você. Vá até ela!
Saber o que você sabe não é um privilégio, não é uma dádiva, não se engane. Embora num mundo totalmente contra, também não é um fardo. O conhecimento sempre esteve com você, comigo e com todos. Compreenda, querido leitor, que você não vai conseguir ficar alheio ao que sabe. Pode tentar, pode querer esquecer tudo e voltar para o materialismo, mas não vai nunca mais ser quem era anteriormente. Sua consciência já expandiu, sua frequência já se elevou, sua alma já abriu os olhos. Quanto mais tentar fugir, mais tormentos irá sentir. A verdade é pesada demais para esquecê-la.



O tempo é curto, querido leitor, não tenho receio de repetir. Tão curto que uma grande onda logo, logo irá levar todos aqueles que ainda estiverem no rio. Por isso, eu peço para que você começe logo a caminhada para chegar à margem. Saber não é um privilégio, pois não é um presente, faz parte de todos nós, é algo que sempre foi nosso, mas você ainda é a pessoa mais importante do mundo.


Você sou eu.
Eu sou você.
Nós somos todos.
Todos são tudo o que há.



Há pessoas que irão sobreviver à onda que percorrerá o rio, mas ficarão perdidas e desoladas, sem saber o que aconteceu, pois o rio irá secar, de tempos em tempos ele seca. A água se esvairá e todos aqueles que nunca se levantaram, irão ter dificuldades. Eles precisarão daqueles que estiverem na margem para ajudá-los a levantar e caminhar, e para fazerem companhia rumo ao óasis que se encontra margem acima. Por isso, eu peço:

Levante-se, alcance a margem e seja livre de uma vez por todas!


Fique na Paz.



sexta-feira, 22 de outubro de 2010

A MATANÇA DOS INOCENTES

Jeová não deve ser muito amigo de crianças. Creio, mesmo, em uma secreta cumplicidade entre Ele e Herodes, aquele que mandou matar todas as crianças com menos de dois anos quando lhe disseram que havia nascido um Grande Rei que o superaria.

Na Psicanálise de Freud o “infantil” em nós é mal visto e mal falado, sinônimo de neurótico, regressivo, irracional, imaturo e mais palavrões similares.
Chamar de “criança” ou “infantil” a pessoas adultas é ofensa universal significando, em paralelo com Freud, irresponsável, ignorante, bobo.

No entando, a criança, tanto a de verdade como a que sobrevive em nós, é a semente do possível - é o que pode se desenvolver, a promessa de tudo o que ainda não somos mas poderemos vir a ser.
O ”adulto” ou a “Personalidade Madura” - como diz Giovanni Papini - é um “homem acabado”; acabado, isto é, sem futuro, sem nonvidade, é alguém que ja deu tudo o que tinha a dar - algo esgotado.
A criança interior funciona em nós, como o broto terminal nas plantas - a zona de crescimento contínuo.


A criança interior é, pois, muito imoportante e convem cultivá-la e ouví-la, por mais tolas que suas manifestações possam parecer ( para os adultos!).
A criança - tanto a de verdade como a interior- é o futuro no pressente.
A criança interior - em nós - responde por tudo o que dizemos de nós para nós mesmos “que bobagem”, “inagine!”, “a gente pensa cada uma!”

Nossas bobagens são muito importantes para nós e mais veze sim do que não será necessário vivê-las - ou nos esterelizamos em uma rotina vazia - no tédio do sempre igual.
Ai do adulto que nunca é criança!
A criança ainda não sabe distinguir o que é importante - aos olhos dos adultos. Ela ainda acha que aquilo que acontece uma só vez pode ser mais importante do que acontece muitas vezes.
Morrer, por exemplo.

Ela acha que o imprevisível é tão importante quanto o costumeiro - é até mais atraente ( e assutador!). Chega ao cúmulo de considerar existentes as coisas sem lógica e de dar a essas coisas bsurdas o mesmo valor dado às coisas sérias e razoáveis (para o adulto).
A criança é muito incomoda. Vive fazendo com que o adulto duvide de todas as suas verdades.
Muito mais fácil dizer “coisas de criança são bobagens”

A criança dá valores iguais ao contingentee ao necessário, leva igualmente a sério o transitório e o eterno, presta a mesma atenção ao universal e ao individual (até mais a este do que àquele.
Já se viu quantos despropositos? Como é possível dar atenção às crinaças?
Criança só pode mesmo dizer tolices e só pode mesmo ser ignorante - porque se ela não fosse, viria abaixo todo o fantástico mundo das certezas dos adultos.

Texto do Buda José Angelo Gaiarsa retirado do site http://www.doutorgaiarsa.com.br

domingo, 17 de outubro de 2010

PNDH3 = DITADURA

Pois é..como para qualquer coisa neste país é dado um tipo de sigla, esta tem o sinônimo de DITADURA. O plano que o atual MOLUSCO assinou SEM LER de uma suposta lei do pseudo programa nacional de direitos humanos?..é pura ilusão..o que vem por aí não vai ser brincadeira. Todos que buscam informação sobre o que ocorre nos bastidores da humanidade já sabem o que a NOM tem em andamento na sua agenda macabra, para acontecer no mundo até meados de 2013/14.


Acredito que se algum FANTOCHE, quer dizer POLÍTICO estivesse realmente do lado do povo muitas maravilhas já teriam acontecido no que diz respeito a IGUALDADE social. Basta olhar o descaso dos que estão no topo da pirâmide elitizada, ao ver a grande massa proletariada,o MST e movimentos autônomos em busca de apenas um pedaço de terra para viver dignamente. É muito cômodo sentar as nadegas em frente a tvlesão e acreditar que algum idiota do sistema fará mudanças por sua própria vida e de seus filhos,na verdade você nem percebe porque a avalanche de mensagens subliminares que destroem seu cérebro enquanto você come seu Mac câncer e sua coca-cola aspartame em frente sua tvlesão gigantesca de 4000 polegadas afffff..sem comentários..


Mas tudo bem a droga de vida condicionada neste sistema da matrix é sua..LIVRE ARBÍTRIO..acredite no que você está SENDO OBRIGADO SUBLIMINARMENTE a acreditar..
ELES TE QUEREM MORTO..não querem você saudável, nem livre, nem inteligente, nem com ânimo para realizar grandes mudanças na sua própria vida e da sociedade.


Bom..sempre me empolgo nos desabafos..mas enfim, voltando ao sinônimo da Ditadura que a SÓSIA DA NOIVA DO CHUCKY, quer dizer Dilma quer fazer acontecer dando continuidade ao ex governo Molusco nos próximos meses, não é brincadeira e infelizmente muitos poucos estão percebendo o plano e estratégia de marketing que está por trás dos fantoches.

Acredito que na verdade não há partidos..a mídia nos dá esta impressão com sua avalanche de mensagens subliminares..mas por trás existe um só plano de dominação e os mesmos objetivos psicopatas. Enquanto houver pessoas nas ruas passando fome, nas drogas, na miséria,na prostituição e este salário mínimo vergonhoso que ficou no lugar da CHIBATA dos tempos atrás, este sistema de educação mentiroso que deixa as crianças mais burras por apenas ensiná-las a ser mais uma parte da manutenção da máquina chamada pirâmide matrix, é realmente..


Não existirá políticos amigos..só existirá fantoches criadores de leis para cada vez mais aprisionar a sociedade no consumismo, na ilusão de que somos diferentes, de que devemos competir para ser melhor do que nossos semelhantes da própria espécie?.. de que devemos pagar muitoooo caro para sobreviver..e apenas viver para pagar impostos ou IMPOSTO = Imposto sobre alguém e não proposto = DITADURA DISFARÇADA.

E nos dias atuais TODOS OS POLÍTICOS FANTOCHES candidatos são A FAVOR DA DITADURA SIM!!

BOICOTE A NOM JÁ!!!

Pois é.. se alguém tem dúvida de tudo isso que desabafei acima ou acha sem fundamento deixo o link de um vídeo OBRIGATÓRIO a todos que ainda tem dúvidas do que acontecerá até 2014..

http://www.youtube.com/watch?v=aFTnzgDrIZo&feature=player_embedded

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

DECODIFICANDO A LEI DE THELEMA


THELEMA

Do grego θέλημα: Vontade, a partir do verbo
θέλω: desejar, ter um propósito.

Liber AL vel Legis, o Livro da Lei .


Thelema é a filosofia ou religião - dependendo do ponto de vista - baseada nos dois preceitos fundamentais da chamada Lei de Thelema:"Faze o que tu queres será o todo da Lei."[1] "Amor é a lei, amor sob vontade." Estes foram apresentados ao mundo, desta forma, no Livro da Lei (Liber AL vel Legis), escrito por Aleister Crowley nos dias 8 a 10 de abril de 1904. Seus adeptos são chamados de "thelemitas".


Crowley desenvolveu o sistema thelemico a partir de uma série de experiências metafísicas experimentadas por ele e sua então esposa, Rose Edith Kelly Crowley, no início de 1904. A partir dessas experiências ele argumentava ter sido contactado por uma inteligência não-corpórea denominada Aiwass (a quem identificou mais tarde como seu Sagrado Anjo Guardião), a qual ditou a ele, entre o meio-dia e as 13 horas dos dias 8, 9 e 10 de abril daquele ano, o Livro da Lei (Liber AL vel Legis). Sabe-se, além disso, que pensadores anteriores a Crowley apresentaram traços da cosmovisão e sistema contidos no livro, de modo que o conhecimento thelêmico, embora coroado pelo Liber AL, não se restringe a ele.


O livro contém tanto a frase "Faze o que tu queres será o todo da Lei" quanto o termo θέλημα, o qual Crowley tomou como nome do sistema filosófico, místico e religioso que veio a se desenvolver a partir do texto daquele livro, considerado como sagrado pelos thelemitas (aqueles que seguem a filosofia ou religião de Thelema). O sistema thelemico inclui uma série de referências de magia, ocultismo, misticismo e religião, tanto ocidentais quanto orientais, tais como a Cabala e a Yoga. Segundo Crowley, Thelema representaria um novo sistema ético e filosófico para a humanidade, caracterizando um Novo Eon (nova era).


É comum que a Lei de Thelema seja compreendida, à primeira leitura, como uma licença para que se executem todos os desejos e caprichos que uma pessoa tenha, sem que haja responsabilidade ou consequências por seus atos. Contudo, esta filosofia prega justamente o oposto, partindo da idéia de que cada ser humano, por possuir livre arbítrio, é inteiramente responsável por sua existência e por suas ações, sem ser absolvido ou culpado por nenhum Deus ou Diabo no que tange o destino de sua própria vida. A liberdade de todo Homem e toda Mulher é, portanto, cultuada, uma vez que, como consta no Liber AL, "todo homem e toda mulher é uma estrela".

O resultado disso é um profundo respeito a si próprio, à cada indivíduo e à cada forma de vida, como sendo expressões particulares do Divino.Além disso, Thelema conclama cada um à descoberta e realização de sua Vontade (a inicial maiúscula sendo utilizada para diferenciar esta da vontade trivial, a expressão Verdadeira Vontade também sendo utilizada para tanto). Cada um de nós tem por obrigação descobrir e cumprir essa Verdadeira Vontade, deixando de lado todo capricho e distração que possa nos afastar deste objetivo máximo. Ao realizá-la, estamos nos integramos perfeitamente à nossa Natureza, que reflete a ordem do Universo. Portanto, realizar a Verdadeira Vontade é despertar para a Vontade do Universo.

Em Thelema, considera-se a Divindade como algo imanente: isto é, que vive dentro de tudo. Logo, conhecer sua Vontade mais íntima também é conhecer a Vontade de Deus. Esse processo de descoberta da Vontade além dos desejos do Ego constitui um método de realização espiritual baseado principalmente no autoconhecimento.

fonte: http://pt.wikipedia.org/